quinta-feira, julho 15, 2010

ÂNIMO!


ÂNIMO!

"Não desanimes. Persiste mais um tanto.

Não cultives o pessimismo. Centraliza-te no bem a fazer.

Esquece as sugestões do medo destrutivo.

Segue adiante, mesmo varando a sombra dos próprios erros.

Avança ainda que seja por entre lágrimas.

Trabalha constantemente. Edifica sempre.

Não consintas que o gelo do desencanto te entorpeça o coração.

Não te impressiones à dificuldade.

Convence-te de que a vitória espiritual é construção para o dia a dia.

Não desistas da paciência. Não creias em realização sem esforço.

Silêncio para a injúria.

Olvido para o mal. Perdão às ofensas.

Recorda que os agressores são doentes.

Não permitas que os irmãos desequilibrados te destruam o trabalho ou te apaguem a esperança.

Não menosprezes o dever que a consciência te impõe.

Se te enganaste em algum trecho do caminho, reajusta a própria visão e procura o rumo certo.

Não contes vantagens nem fracassos.

Estuda buscando aprender. Não se voltes contra ninguém.

Não dramatizes provações ou problemas.

Conserva o hábito da oração para que se te faça luz na vida íntima.

Resguarda-te em Deus e persevera no trabalho que Deus te confiou.

Ama sempre, fazendo pelos outros o melhor que possas realizar.

Age auxiliando. Serve sem apego. E assim vencerás.”

Francisco Cândido Xavier

Andvari

Andvari
Na mitologia nórdica, Andvari (nórdico antigo: o cauteloso)[1] era um anão que vivia sob uma cascata e tinha o poder de se transformar em um salmão. Possuía um anel mágico, Andvarinaut, que tinha a faculdade de atrair outros metais preciosos e ajudava seu dono a encontrar mais ouro.
O anão Alberich, líder dos Nibelungos e guardião do "tesouro do Reno" na ópera Der Ring des Nibelungen, de Richard Wagner, foi criado com base tanto em Andvari como no feiticeiro Alberich do Nibelungenlied.[2]
A lenda de Andavanaut
Quando Odin, Loki e Thor caminhavam por Midgard, Loki, devido a sua maldade, mata uma lontra que nadava no rio e pega sua pele. Mais tarde eles descobrem que se tratava de Ótr, irmão de Fafnir e filho do rei dos anões, Hreidmar. Hreidmar exige a morte de Loki pelo assassinato de seu filho. Odin, para salvar Loki, faz um acordo com Hreidmar no qual eles pagariam uma peça de ouro por cada fio de cabelo da pele de Ótr. Hreidmar aceita e fica com Odin e Thor como reféns até que Loki cumpra o acordo.
O único tesouro que possuía todo esse ouro pertencia a Andvari. Usando uma rede fornecida por Ran, Loki captura Andvari na sua forma de salmão e exige o seu tesouro e Andvarinaut em troca da sua liberdade. Andvari é obrigado a dar a Loki o seu tesouro, mas amaldiçoa o anel de modo a que destruísse qualquer ser que o usasse. Sábio, Loki não toca no anel e oferece-o a Hreidmar junto com o resto do tesouro, desencadeando uma série de eventos trágicos.
Depois da morte de Sigurd e Brynhild, Gunnar esconde o tesouro numa caverna para protege-lo de seus inimigos. Anos mais tarde, Andvari descobre a caverna e recupera o seu tesouro, mas Andvarinaut estava perdido para sempre.