segunda-feira, novembro 29, 2010

Quem é o criador?

Antes de mais nada, devemos definir dois tópicos.

O criador do ponto de vista espiritual para o Universo local de Nebadon é o Anjo Micah. Uma das suas manifestações diretas como essência monádica é Sananda. Contudo, Sananda ocupa uma consciência inferior à de Micah, sendo, no entanto, da mesma fonte. Existem outros criadores Espirituais, que obtiveram a permissão de Micah, para manifestar as suas criações, nos mais variados reinos.
Do ponto de vista físico, existem milhares de criadores, pois cada um deles representa um grupo planetário que, por sua vez, pertence a constelações ou impérios estelares. Para exemplificar isso temos os criadores físicos de Sírios, Órion, Plêiades, Lira, Plosion, Aldebaran, Vega, Centauri, Vênus, Júpiter, Maldek, Canopus, Spica, Altair, Capela, Deneb e muitos outros visitantes extra planetários, que aqui manifestaram a sua versão genética de seres humanos ou humanóides.
Todas estas variações foram aperfeiçoadas e direcionadas para um mesmo propósito no decorrer dos milênios. Este processo demorou milhões de anos. Não podemos definir objetivamente, com um simples nome, o criador de raça humana, mesmo porque existem várias raças na Terra, que possuem origens distintas.
A fonte espiritual, no entanto, é a mesma para todas essas manifestações físicas presentes na Terra. Ela aplica-se à grande maioria das consciências existentes na Via Láctea. As exceções foram autorizadas por Micah, devido à colaboração em vivências anteriores em outros Universos Locais, onde houve a evolução de outra grande variedade de Deuses criadores.
Acima de Micah existe o que Shtareer define como A Fonte Que Tudo É. A fonte suprema de onde todas as formas de vida foram criadas em todos os universos e nas outras potencialidades de outros universos ainda desconhecidos, além dos 7 Superuniversos, dos quais Shtareer já nos tem falado.

Rodrigo Romo

Libra - A Balança

O signo Libra, em uma forma muito paradóxica, é peculiarmente interessante, precisamente porque seu maior interesse estreita em que carece de espectacularidade - exceto no caso dos discípulos, ou de quem estão próximo do caminho. É o signo da estabilização, da cuidadosa apreciação dos valores e da obtenção do correto equilíbrio entre os pares de opostos. Poderia ser considerado o signo em que aparece a primeira visão real do Caminho, a meta frente o qual o discípulo deve dirigir finalmente seus passos, o estreito caminho do fio da navalha que corre entre os pares de opostos, no qual - para percorre-lo sem perigo - é necessário desenvolver o sentido dos valores e o poder para utilizar com acerto a faculdade analítica da mente. É também o signo da percepção intuitiva que, no caminho comum de progressão ao redor do zodíaco, vem depois da normalmente drástica experiência do homem em escorpião, e é, em geral, de tal natureza, que o instinto de autoconservação se há despertado em grande medida, e ante a constrangida necessidade do homem (não no discípulo neste caso), surge um chamado da alma e evoca resposta. Então são vagamente sentidos e reconhecidos os primeiros tênues destelhos da intuição. Então segue a experiência em Libra, onde dedica-se a uma vida de reflexão silenciosa e conscientizada, ou se acha em uma condição de insensibilidade estática, pode ser uma vida de estabilização, de só pesar isto ou aquilo e de determinar a que lado se inclinarão os pratos da balança, a fim de que o próximo signo se produzam certos resultados já designados.