sábado, outubro 08, 2011

Roger Bacon


Roger Bacon (1220 (aprox) - 1294)

Roger Bacon
Fonte da imagem: Mactutor.
Actualmente considerado o mais admirável cientista da Idade Média, Roger Bacon (...) foi pioneiro na estruturação do método experimental, como forma de validação da experiência.
Roger Bacon nasceu em Somerset, Inglaterra por volta de 1220. Estudou geometria, aritmética, música e astronomia em Oxford e Montpelier e foi professor de Filosofia na Universidade de Paris entre 1241 e 1247.
Foi bastante influenciado pelo teólogo e filósofo franciscano Robert Grosseteste (1175-1253) com quem desenvolveu diversos estudos no campo da óptica, em Oxford, entre 1247 e 1257. Em 1257 tornou-se monge da Ordem de São Francisco de Assis, talvez por razões de saúde, e dez anos depois, a convite do papa Clemente IV escreveu o manuscrito Opus Majus (Obra Maior), que versava sobre diversas áreas do conhecimento. Foi ainda autor de Opus Minus (Obra Menor) e Opus Tertium (Obra Terceira).
Actualmente considerado o mais admirável cientista da Idade Média, Roger Bacon trabalhou na correcção do Calendário Juliano, fez estudos com nitrato de potássio e após várias experiências descobriu a combinação perfeita da pólvora. Descreveu o olho como uma máquina onde se formam imagens, aperfeiçoou instrumentos de óptica, e, após ter compreendido as causas responsáveis pela refracção da luz, foi o primeiro a sugerir que as lentes poderiam ser usadas como óculos.
Bacon foi pioneiro na estruturação do método experimental, como forma de validação da experiência. Propôs novas metodologias de investigação científica e colocou em causa os métodos de ensino praticados pelos Franciscanos e pelos Dominicanos, o que o tornou impopular perante as autoridades eclesiásticas. Os seus livros foram proibidos pela sua ordem e em 1272 Roger Bacon foi condenado a uma pena de prisão de 14 anos. Foi libertado em 1292 e morreu dois anos depois em Oxford, Inglaterra.

Respiração consciente


Respiração consciente
Há uma série de técnicas de respiração que podem ser usadas para tornar a vida mais intensa e agradável. O primeiro exercício é muito simples. Enquanto inspira, você diz para si mesmo, "Inspirando, sei que estou inspirando". E enquanto expira, diga, "Expirando, sei que estou expirando". Só isso. Você reconhece sua inspiração como uma inspiração e sua expiração como uma expiração. Não é nem necessário recitar a frase inteira. Você pode usar apenas uma palavra de cada vez: "Inspirando" e "Expirando". Essa técnica pode ajudá-lo a manter seu pensamento na respiração. Enquanto realiza o exercício, sua respiração irá se tornar calma e suave, e sua mente e seu corpo também irão adquirir calma e suavidade. Esse exercício não é difícil. Em apenas alguns minutos, você perceberá os frutos da meditação.

Inspirar e expirar são atividades importantes e agradáveis. Nossa respiração é o elo entre nosso corpo e nossa mente. Às vezes pode ocorrer que nossa mente esteja ocupada com uma coisa e nosso corpo com outra; com isso a mente e o corpo estejam desunidos. Quando nos concentramos em nossa respiração, "Inspirando" e "Expirando", reunimos novamente a mente e o corpo, tornando-nos inteiros de novo. A respiração consciente é uma ponte de grande importância.

Para mim, a respiração é uma alegria imperdível. Todos os dias, pratico a respiração consciente e na minha salinha de meditação escrevi esta frase: "Respire, você está vivo!" Só a respiração e o sorriso já podem nos fazer muito felizes, porque, quando respiramos conscientemente, conseguimos nos recuperar por inteiro e encara a vida no momento presente.