sábado, fevereiro 04, 2012

A Linguagem Universal de Vida.- telepatia.


A Linguagem Universal de Vida.- telepatia.




















Linguagem Universal de Vida.

O Dr. Lyall Watson, autor de Super Nature e The Romeo error, nos presenteia com pesquisas muito interessantes a cerca da telepatia.

Telepatia: Pathos é um termo grego que significa primariamente, moléstia, doença, mal, mas também paixão, inimizade, afeição. Ou seja, é um termo para descrever certos tipos de sensações (estar doente), ou emoções (paixão, afeto, aversão). Por conseguinte, telepatia vem a ser um mecanismo de transmissão, à distância, de emoções que, obviamente não precisam ser traduzidas em palavras.

No livro Super Nature ele faz observações bem explícitas acerca do processo de comunicação entre seres vivos.
Ele repetiu uma experiência que originalmente foi feita por Clive Bakster que acredita na existência de uma “consciência primária em todas as coisas” que Watson caracteriza como “linguagem universal da vida”.

Ele pegou 18 ovos e os colocou numa espécie de mesinha giratória. De vez em quando, por meio de um dispositivo inteiramente aleatório, um dos ovos soltava-se e descia, por uma canaleta, até uma vasilha de água fervente. Ele notou que o ovo ligado ao detector acusava imediata reação no momento em que o “companheiro” mergulhava na água fervente, mas nenhuma reação registrava quanto à queda dos demais 17 ovos, a não ser que houvesse ocorrido um espaço mínimo de 15 minutos. Qual a explicação?

Watson notou que o bloqueio não ocorria no ovo receptor ou seja, aquele que estava ligado ao detector, e sim nos 17 ovos que permaneciam na giratória e que interrompiam prontamente a comunicação logo que o “companheiro” mergulhava na água fervente.

A única explicação possível que ocorre a mente (designa Watson) é de que, quando o primeiro ovo cai na água e emite seu sinal de alarme, os outros 17 ovos, à espera de sua vez, “desmaiam” todos – e que são necessários 15 minutos para que eles se recuperem.

Watson lembra a tradição do Sioux, como também outros índios norte-americanos, que adotam certos rituais que somente agora começam a fazer sentido.
Quando se torna necessário preparar um novo “totem” para tribo, os mais velhos se reúnem e vão a floresta, a fim de conseguir uma boa árvore, com a qual possam elaborar a figura.

Encontrada a árvore, todos se aproximam cerimoniosamente em semicírculo, e “conversam” com ela, mais ou menos nos seguintes termos:
“Olhe aqui árvore, lamentamos muito, mas você sabe como é, importante para nós o nosso totem, e o antigo está estragado. Precisamos de um novo tronco... E então, escolhemos você!

Dito isso, sem olhar para trás, todos se retiram apressadamente, aproximam-se da 1° árvore que encontram mais ou menos semelhante àquela e a cortam pra fazer dela o desejado totem.

Não há dúvidas de que os índios sabem das coisas.
Relacionando isto com o comportamento dos ovos, Watson declara-se inclinado a concluir que, talvez todas as árvores da floresta desmaiam quando a primeira delas ouve sua sentença de morte.

Os índios cortam uma árvore “desmaiada” e portanto, anestesiada, para não lhe causarem dores desnecessárias, mesmo tendo em vista o nobre fim.

Claro que você tem direito às suas próprias idéias e explicações. Quanto a mim fico com Watson, que por sua vez está com os índios, que estão com os segredos da natureza!

Nossas mentes e corações estão abertos ao acesso de sentimentos, emoções, conflitos, alegrias, afeto ou aversão.
Podemos nos comunicar com os bebês, desde que nascem e até mesmo antes, sem o diálogo.
Podemos nos comunicar com a natureza, com os animais, porque estamos imersos no fluido universal.

Na telepatia não é necessário o diálogo, porque trasmitimos nossas emoções, nossos sentimentos.

Sabe quando você pensa muito em alguém e esse alguém te liga, aparece na sua casa... É a conexão que você estabeleceu com ela através do seu pensamento. Não é coincidência. Elas não existem.
O que existe é oportunidade de aprendizagem e a todo instante, provas do nosso poder de modificar e melhorar tudo a nossa volta.

Um dia alcançaremos as condições necessárias para que se utilize esse meio de comunicação.
É claro que a escolha é sua. Eu optei por abrir minha mente e aprender, aprender, aprender.
Espero que você faça a mesma coisa.

Li sobre essa pesquisa no livro Nossos Filhos São Espíritos de Hermínio C. Miranda, não é um livro psicografado e sim um livro de estudo com ótima seqüência de pesquisas e experiências científicas descritas pelo autor.

Ananda (discípulo de Buda)


Ananda (discípulo de Buda)
Ficheiro:Ananda at First Council.jpg





Ananda no Primeiro Conselho.
Ananda foi um dos principais discípulos de Buda, um devoto apelidado de o Guardião do Darma.
História
Ananda era primo de Buda e foi um devoto muito apegado a ele após ter entrado para a Ordem. No segundo ano de ministério com Buda, ele se tornou seu acompanhante pessoal, o seguindo na maioria das suas peregrinações e sendo o interlocutor de muitos dos seus diálogos. Ele é o protagonista de um louvor feito por Buda pouco antes de morrer (Mahaparinibbana Sutta, Digha Nikaya 16); mas este é um louvor de um homem gentil, generoso, preocupado com os outros e popular; não de um homem intelectual, versado na teoria e prática do sistema budista de auto-cultura. Então, na longa lista de discípulos dada na Anguttara, onde se declara que cada um deles é o chefe em algum tipo de dom, Ananda é citado por cinco vezes (que é mais que qualquer outro), mas ele é o chefe em conduta e serviço aos outros e em poder da memória, não em qualquer dos poderes intelectuais tão altamente valorizados na comunidade. Isto explica porque ele não se ateve ao arahat e aos primeiros chamados da convocação. Alguns dizem que ele foi seguro por quinhentos dos principais discípulos imediatamente após a morte de Buda, ele era o único que não era arahat (Cullavagga, livro xi.). Em passagens mais recentes, este incidente é esclarecido. Trinta e três versos atribuídos à Ananda estão preservados em uma coleção de cartas dos principais membros masculinos da ordem Theragatha, 1017-1050). Elas mostram um espírito gentil e reverente, porém simples.
Ananda é habitualmente chamado de o discípulo de Buda que "ouvia demais"; porque ele atendia ao Buda pessoalmente e frequentemente viajava com ele. Ananda ouviu e decorou muito dos discursos proferidos por Buda para várias audiências. No Primeiro Conselho Budista, organizado logo após a morte de Buda, Ananda foi chamado a recitar muitos de seus discursos que mais tarde se tornaram o Sutta Pitaka do Pāli Canon.
Apesar de sua longa associação e de sua proximidade com Buda, Ananda é tido como um discípulo cujo desenvolvimento nos caminhos Budistas é lento. Antes do Primeiro Conselho, foi proposto que à Ananda não fosse permitido freqüentar os lugares, pois que ele não era ainda um arhat. De acordo com a lenda, isto fez com que Ananda focasse seus esforços em atingir o nirvana e ele conseguiu alcançar um nível específico de obtenção antes da convocação do conclave. Ananda foi, entretanto, repreendido pelo Primeiro Conselho por falhar em pedir que o Buda permanecesse no mundo por um período maior de tempo; no Mahaparinibbana Sutta, Buda é retratado dando várias dicas à Ananda que ele poderia permanecer no mundo tanto quanto fosse pedido por um de seus discípulos. Ananda falhou em captar a intimação e Buda partiu deste mundo logo depois.
Em contraste com a maioria das figuras descritas no cânone páli, Ananda é retratado como uma figura imperfeita porém simpática. Ele chora a morte de ambos Sariputta, com quem tinha uma amizade próxima. Um verso do Theragatha [1] revela sua solidão e isolamento após a morte do Buda.
Na tradição Zen, Ananda é considerado o segundo patriarca indiano. Ele é frequentemente descrito com tendo Buda Mahakashyapa ao lado, o primeiro patriarca Indiano.