sábado, junho 05, 2010

DAN BURISCH



O texto a seguir foi escrito pela colega de Dan Burisch, Marci McDowell, com uma série de rodapés esclarecedores e outros links adicionados pelo Projeto Camelot. O oferecemos em resposta a uma série de pedidos por um sumário da construção importante e muito complexa do testemunho da estória pessoal de Dan Burisch.

Dr. Dan B Catselas Burisch - Uma biografia curta


Dr. Burisch foi um Operativo/Cientista Sênior, primeiro responsável do Comitê da Maioria e do Majestic 12 (1986-2003), depois só para o Majestic 12 (2003-2005), antes de ser interrompida (October 12, 2005).


Durante a Guerra do Golfo em 1991, ele foi atribuído a uma Unidade de Operação Secreta, e foi implantado na Zona de Operações da Coalisão Internacional, com o propósito de se contrapor a aplicação planejada de uma unidade militar trapaceira não autorizada a usar agentes de guerra biológica contra o exército do Iraque.


Após o retorno dele, ele foi designado como um 'Microbiologista V' na Instalação do Lago Papoose (S4) e operou como um Líder de Grupo de Trabalho no Projeto Aquários, onde as responsabilidades dele incluíam liderar um grupo de cientistas na investigação da neuropatia dos 'J-Rod'. Essa investigação incluia ele ser introduzido em uma unidade de confinamento, Esfera Higienizada, e interagir diretamente com o J-Rod, depois processar, avaliar e transformar amostras de tecidos para a reintrodução no J-Rod, com a intenção de melhorar a patologia.

No final dos anos 1990, Dr. Burisch foi formalmente censurado pelo Comitê da Maioria por violar ordens direta, mas teve as credencias acadêmicas dele restaurada em 2006 por intervenção de uma ordem religiosa privada, baseada na França. (As credenciais dele podem ser verificadas à pedido). Durante 2005, por um curto período, Dr. Burisch sentou-se como um membro temporário do Majestic 12, como MJ-9, sendo finalmente designado como H-1-Maj, uma pessoa designada a divulgar a "informação da linhagem humana extraterrestre". Ele completou as ordens finais dele em setembro 2006 e se retirou do serviço.


Em junho de 2007, ele foi convidado para o meu novo grupo do Majestic para participar de vários meses em um projeto especial sobre questões de "Segurança Nacional", cuja o convite ele aceitou. Essa tarefa prolongou-se até 14 de dezembro de 2007.

Dr. Burisch continua a conduzir e publicar pesquisas, como Cientista Chefe do "Consórcio de Pesquisas Águias Desobedientes" e Diretor Corporativo das Águias Desobedientes S.A. com a Dra. Marcia McDowell (Presidenta das Águias Desobedientes S.A.). As publicações deles incluem análise de imagens das anomalias de Marte, pesquisa Acústica destinada as artes da cura e da ciência e uma descoberta incomum denominada 'Lotus'.


Dr. Burisch fará um anúcio público sobre Lotus durante a entrevista dele, marcada por Rob Simone em 1 de março de 2008 no próximo Congresso Internacional de OVNI em Laughlin, Nevada.
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A experiência de Dan com Extraterrestres e Majestic-12 data de 20 anos. Ele foi incluído no Majestic em 1986, enquanto ele era um estudante na UNLV (Universidade de Nevada em Las Vegas). Mesmo antes dele entrar para UNLV, ele tinha uma longa e distinta história em microbiologia, trabalhando por muitos anos com a Sociedade Microscópica de Los Angeles,estudando com o Dr. John Bunyan (Inglaterra)1, assim o Majestic sabia que ele era talentoso.2

Eles lhe ofereceram uma oportunidade para trabalhar em operações secretas (BlackOps), na especialidade dele, se tornando bem respeitado nas Aplicações Especiais e teve a chance de aprofundar a educação dele nas áreas com as quais ele só sonhava. Potanto, ele disse 'sim', então, foi treinado e preparado para trabalhar na Área-51 em materiais biológicos 'exóticos'.


Naquele tempo, Dan não sabia que ele estava na verdade sendo 'treinado' por um dos mais altos membros do escalão do Majestic-12, que sentiu (ainda sente) uma grande afeição e conexão por Dan, por causa dos eventos em torno da abdução de Dan no início dos ans 703. Enquanto trabalhando em exóticos, Dan (Dr. Dan Crain, tinha completado o Doutorado dele) descobriu que o tecido que ele vinha estudando era na verdade de natureza Extraterrestre.


Dan concluiu que lhe foi dada uma surpreendente margem de manobra, enquanto trabalhava dentro da instalação. Ele ainda foi obrigado a seguir todos os protocolos, porém o crachá dele (como descobrimos mais tarde) estava aberto, lhe permitindo aceso aos múltiplos níveis dentro do complexo do laboratório nas Área-51 e S-44. Isso lhe permitiu um ampla ação de movimento e acesso a outros projetos raramente apreciados por aqueles trabalhando em um ambiente altamente estruturado da Aplicação Especial.


Dan se familiarizou com um projeto chamado 'Looking Glass' que envolvia a re-engenharia de um dispositivo extraterrestre desenvolvido originalmente para ser um mecanismo para viagens do tipo Stargate - que tinha (tem) a capacidade de dobrar o tempo/espaço, tal que, os eventos horizontalmente a frente e atrás possam ser vistos. Quando ele se emparelha com um segundo dispositivo usando as mesmas configurações, os eventos não só podem ser vistos como ouvidos e muito mais. Esse dispositivo também foi testado por protocolos de comunicação e aprlicações de transportes tão recentemente como 2003-2004, antes de serem desmantelados por razões de segurança, enquanto entramos no espaço altamente energético no e em volta do plano galático5.


Enquanto estava sendo introduzido a esses outros projetos, Dan começou a trabalhar como um membro da equipe6 J-Rod Aquários, que tentava resolver o problema de por quê os J-Rods (comumente chamados Cinzas (Greys))7 estavam sofrendo de uma condição médica debilitadora que afetava os nervos deles. Parte desse trabalho envolveu amostras de tecido físico do J-Rod morando nas profundezas de S-4 em uma 'Esfera Higienizada' destinada a suportar as necessidades atmosférica e ambiental dele.


Logo se tournou claro que esses extraterres não eram tão diferentes de nós. De fato, quando as comunicações melhoraram, se aprendeu que eles não eram apenas viajantes do espaço mais viajantes do tempo/espaço, usando um pequeno planeta no Sistema Gliese como uma base local (aproximadamente 15 anos luz da Terra) onde eles podem parar antes de virem a Terra. Usando a techologia Looking Glass (que pode ser mais apropriamente chamada tecnologia de Stargate), eles viajaram no tempo de um futuro humano, que é real para eles, mas apenas potencial para nós8.


Dan foi introduzido nos protocolos em torno de J-Rod, por fazer parte da equipe de apoio, enquanto o supervisor dele Steven M. se vestia e ia fazer a remoção da amostra de tecido. Contudo, o J-Rod começou a rejeitar o Steven e fazer demandas para que fosse permitido a Dan se vestir e entrar na Esfera Higienizada para tirar as amostras.


Isso criou alguns problemas imediatos na estrutura da equipe, já que Dan era o membro mais novo e nem tinha tempo e experiência suficiente para tal responsabilidade. Mas, o J-Rod insistiu. Dan foi promovido imediatamente dentro da equipe e, em breve, se achou sendo treinado nos protocolos necessários para entrar na Esfera Higienizada e trabalhar diretamente com o J-Rod. (Dan detalha esses passos em minúcias no DVD8 - indo do início do processo, entrando no pórtico, os protocolos para entrar na Esfera Higienizada, o método de amostragem, o que é trabalhar diretamente com um extraterrestre, a comunicação deles, os protocolos de saída e informações - ele vai passo à passo, tal que todos possam seguí-lo).


Foi descoberto, mais tarde, a razão porque o J-Rod insistiu nessa mudança de funcionário, era porque ele reconheceu Dan como uma das crianças abduzidas na embarcação em que ele estava a bordo no ínico dos anos 70. É quase difícil de explicar isso, discutir movimento através do tempo, assim como do espaço, é difícil9. Esse J-Rod particular tinha viajado em compania de um grupo de P45s (um groupo de J-Rod vindo de aproximadamente 45.000 anos do futuro) que estava fazendo as abduções naquele dia no início do anos 70. Então, ele viajou de volta a 1953 em uma missão diferente que terminou em um acidente próximo a Kingman, Arizona. Ele foi retirado do local do acidente e levado para S-4 e passou a morar lá. Como resultado da presença dele na embarcação quando Dan foi abduzido, ele sentiu uma conexão forte com Dan.


Dan, eventualmente, se tornou acostumado ao novo papel dele, mas em uma ocasião, enquanto ele trabalhava diretamente com o J-Rod, houve uma quebra no protocolo, o J-Rod deu um passo na direção de Dan. Isso aconteceu muito cedo na relação de trabalho deles e Dan se assustou e andou para trás (outra violação do protocolo), prendendo o calcanhar em uma grade no chão e caindo de costas. O J-Rod subiu no topo dele, e se sentou no peito dele, enquanto aproveitava essa oportunidade para 'pensar' profundamente para Dan, compartilhando muitas das histórias pessoais dele e a própria experiência pessoal com Dan10.


Era completamene sem precedentes e levou a uma reação emergencial na equipe suporte. No tempo que levou para que alguém mais entrasse na Esfera Higienizada e salvasse Dan, o J-Rod 'baixou uma quantidade vasta de informações dentro da mente de Dan. Dan estava inconsciente quando ele foi finalmente removido e gastou (como o entendo) vários dias em coma. Ele era mantido na instituição médica deles na S-4, até que ele estivesse bem o suficiente para retornar a Área-51 e, então, a Las Vegas11.


Desde de essa época, houve muitas tentativas frustradas para que Dan compartilhasse com o Majestic o que o J-Rod compartilhou com ele durante aquela interação. Dan recusou-se a dizer muito, mas estava, excessivamente, interessado no nosso programa espacial (entre outros), mais tarde.


Dan recolheu amostras de tecido do J-Rod por cerca de 2 anos, terminando em 1996. O documento Q-94 (foi entregue a mim por Steven M. antes dele morrer) é um rascunho do documento que Dan e Steven M. estavam escrevento para ser enviado ao Comitê Secreto, a respeito do trabalho deles com as série Ling das amostras do tecido. É importante por muitas razões, incluindo a rara oportunidade que dá para se saber a forma como as coisas eram feitas, e como elas eram escritas dentro de um Projeto Secreto.

Nos anos que se seguiram, Dan trabalhou com o Majestic quando eles precisavam dele, mantendo um emprego disfarçe em Las Vegas (realmente vários - no campo de proteção e segurança).


Um dia, enquanto olhava as imagens de Marte no NSSDC (galeria da NASA) Dan avistou algo que parecia uma outra face na superfície marciana, na área chamada 'Cidade Inca'. Durante 1997 e 1998, Dan trabalhou com Marcia McDowell em um livro chamado Águias Desobedientes: O caso da Cidade Inca, Marte. O fato de que ele estava escrevendo este livro e ter achado uma série de anomalias impressionantes nesta região ignorada previamente, fez muitos no Majestic sentarem-se e tomarem nota.


Eles o precionaram, novamente, por informações sobre o que J-Rod compartilhou com ele, se tinha a ver com essas descobertas. Dan se recusou a dizer a eles qualquer coisa. Então a NASA anunciou que eles tinham evidência de vida marciana em um meteorito. Dan reviu e achou suspeito, por causa da semelhança com um micróbio descoberto por um dos painelista a cerca de 30 anos na Austrália, e imediamente foi à público para desafiar os anúncios da NASA.


Quando nosso trabalho estava quase pronto para ser publicado e se tornar mais volátil, as ameaças começaram. Foi um tempo muito difícil, Dan e eu estávamos com medo por nós mesmos e por quem amávamos, mas, decidimos ir a frente, a despeito dos riscos. Finalmente o Comitê da Maioria (o grupo que tinha substituído o Majestic-12 por algum tempo, terminou em aproximadamente 2002) totalmente frustado com a recusa de Dan de ser parado, emitiu uma demanda para Dan parar de trabalhar no livro.

Mais tarde soubemos que eles estavam com medo de quão próximo chegamos a questão concernente a doutrina do paradoxo de convergência da linha de tempo12 (os problemas causados por J-Rods que estavam usando a tecnologia deles para viajar de volta no tempo e, dessa forma, criando linhas de tempo sobrepostas). Natuaralmente, Dan recusou. O livro foi publicado e liberado no final de 1998. Quase imediatamente o Comitê levou à efeito ações contra Dan, fazendo o grau de doutorado dele ser desconsiderado. (Isso não foi difícil para eles, já que o Majestic tinha intermediado os estudos de Dan no doutorado, assim eles controlavam o 'campo do jogo'). A perda dessa credencial foi um duro golpe para Dan, tão duro que ele sofreu um ataque do coração e foi hospitalizado.


Após sua recuperação, Dan se descobriu seriamente 'fora' do Majestic e do Comitê da Maioria. Mais irado que nunca, Dan continuou a procurar por mais anomalias em Marte e produzimos mais duas publicações pequenas (que serão reescritas, na atualmente em curso, Águias Desobedientes) mostrando achados incríveis na superfície de Marte.


Quando 1999 chegou, o Comitê da Maioria estava determinado a fazer algo sobre o comportamento de Dan. Eles não podiam efetivamente se 'livrar' dele, pois ele tinha grandes conexões dentro dos altos escalões do Majestic, assim como uma conexão profunda com os J-Rods que estavam em negociações de um tratado com o Majestic e os principais órgãos governamentais, além disso ele tinha conexões familiares devido ao casamento dele com alguém de uma das mais antigas famílias do Majestic, com origem no início dos anos 40 e dos incidentes de Roswell.


Assim, a decisão tomada foi tentar modificar as memórias dele de se rebelar contra a autoridade deles (em essência, todo o período em que ele e eu trabalhamos nas questões de Marte e escrevemos o livro Águias Desobedientes: O caso da Cidade Inca, Marte) e mudar ele e a família dele para um novo local, com novos trabalhos secretos e um ambiente completamente diferente


Para facilitar isso, Dan foi levado para o norte, sendo submetido a um processo envolvendo neuroptídeos experimental ( não sei de todos os detalhes). Depois ele foi colocado em Mississipi, onde se supunha que ele começasse uma vida nova. O que ninguém no Comitê da Maioria contava era com o fato de que a mente de Dan rejeitou, completamente, o condicionamento e logo após ele começou a experimentar avanços de memória.

Temendo pela saúde dele e sob pressão desses resultados inesperados (e temendo que eles pudessem arruinar um de seus melhores cientistas) eles decidiram reverter o que eles tinham feito. Dan foi recolhido elevado de volta a instalação segura, eventualmente, retornado a Las Vegas, onde a família tinha se reestabelecido para esperar o retorno dele. Felizmente, Dan se recuperou disso e voltou a vida normal dele em Las Vegas, concentrando-se em pesquisas e estudos pessoais.


Enquanto passava o tempo, Dan se envolveu profundamente no estudo do manuscrito de Voynich13 e no projeto pessoal dele chamado de protocolo Lotus. Ele também se tornou envolvido nas negociações do tratado T-9 através das conexões dele com o Majestic, durante o qual ele foi o instrumento para conseguir que o número de abduções autorizada no tratado fosse reduzido à zero. Mais recentemente, ele começou a pesquisar as freqüências de Sofeggo. Isso cresceu para o projeto de um grande livro que tem recebido a generosa atenção dos Dr. Len Horowitz e Dan Winter.


O que começou como um pequeno projeto lateral, está ganhando impulso, já que temos editores perguntando sobre ele. Antecipamos o seu lançamento para o final do ano 2006 ou início do ano 2007. No final de 2003, duas coisas aconteceram: fui abordada pelo Majestic e iniciada (de formas que pararia de ser uma pedra no sapato deles), me oferecendo uma chance de trabalhar diretamente com Dan para ajudá-lo a completar certos projetos que eles sentiam que eram importantes. (Por que eles apenas não me mataram? Descobri após minha iniciação, que meu pai estava profundamente envolvido como um mensageiro entre países para o Majestic-12, enquanto a criação do Comitê da Maioria estava sendo formado no meado dos anos 60.)


Outra coisa aconteceu quando Dan foi, novamente, ver J-Rod que tinha se tornado amigo dele na S-4. As circunstâncias são explicadas melhor por Dan no DVD, mas (será suficiente dizer que) em um movimento absolutamente chocante Dan ajudou o J-Rod a usar o dispositivo do stargate (que estava ligado por perto) tal que ele pudesse voltar para casa14. Os funcionários do Majestic ficaram (mais uma vez) muito furiosos com Dan por causa dessa ação, mas não havia nada que pudessem fazer.


Então, no outono do ano 2005, Dan recebeu ordens para falar abertamente e verdadeiramente sobre as experiências dele com o J-Rod, assim como o período que passou na Área-51/S-4 e a história dele no Majestic. Foi uma decisão chocante tomada pelo Majestic-12 e, quando ele aceitou essas ordens, foi lhe replicado que eles lhe davam um afastamento, aproximadamente, um ano para realizar essa missão.


As ordens também foram endereçadas a mim (para facilitar a realização de Dan nessa missão) e outros para o proteger enquanto ele cumpria essas ordens. Quando dissemos aos nossos sócios sobre essa situação, imediatamente, recebemos ofertas de ajuda. Na verdade, tentamos duas vezes trabalhar com pessoas que diziam 'tudo o que eles queriam fazer era ajudar'. Infelizmente, cada vez, em uma questão de meses, a 'ajuda' deles mudava em algo muito diferente. Sabíamos que a única maneira de completar nossas ordens, no prazo, era tomar as medidas em nossas próprias mãos. Isso significava que eu tinha de aprender como editar, e esperar pelo melhor.


O DVD que eu e Dan lançamos recentemente (no qual Dan fala em detalhes sobre as experiências dele na Área-51, S-4 e seu tempo com o Majestic) foi feito para preencher essas ordens. Dan fala de questões sobre a doutrina do paradoxo de convergência da linha de tempo e como a tecnologia do stargate (Looking Glass) impacta a nós todos. Não é apenas uma nova forma de tecnologia; é algo que tem o potencial de causar irreparável danos, enquanto nos movemos através desse tempo crítico em nossa história15.


Podemos enfrentar grandes catástrofes ou um renascimento da humanidade, depende de como agiremos nos próximos anos, fisicamente (em termos de manter essa tecnologia sem proliferação) e espiritualmente. A questão da proliferação tecnológica tem sido 'manipulada', e continua a ser contida pelas forças armadas de muitas grandes nações trabalhando juntas silenciosamente; as questões espirituais são algo que cada um de nós pode ajudar.


Do lado espiritual, estamos encorajando todos a se concentrarem na UNIDADE e meditarem ou rezarem pela humanidade para que possamos passar com sucesso pelos períodos de crises que estão vindo. Se formos pelo caminho errado, justificaremos os livros de história dos J-Rods, eventualmente, a humanidade se tornará fraturada tendo como resultado a divisão entre J-Rods e os Orions (assim chamados por causa do destino que cada um desses grupos humanos tomou). Um amigo de Dan, um J-Rod que veio de aproximadamente 52.000 anos no futuro, voltou no tempo, não apenas para tentar obter ajuda para a doença do povo dele, mas para compartilhar uma informação conosco, que podemos tomar os passos necessários para mudar o nosso futuro para melhor.

Se você precisa de inspiração para ajudar, por favor, visite a seção neste site onde você pode baixar os panfletos UNIDADE. A campanha da 'Unidade' tem afixado centenas de milhares de panfletos de todo o mundo e em diferente línguas, lembrando as pessoas que agora é o tempo de rezar pela paz e unidade. Por favor, sinta-se livre para baixar uma cópia na sua lígua, e a por na sua cidade ou vila. Não importa se parece ser um esforço pequeno - cada esforço positivo conta16.


Acredito que o Majestic-12 sabe que há coisas que Dan aprendeu do J-Rod durante aquele evento na Esfera Higienizada que precisam ser compartilhadas com o público, tal que possamos passar por esse tempo crítico na nossa história, emergindo em nosso futuro como uma humanidade unida. Também sei que não podemos possivelmente alcançar todos. Mas, estou confiante que nossos melhores esforços permitirão que essas informações entre nos corações e mentes daquelas pessoas que o necessitam, que o podem usar e que ajudarão a fazer a diferença. Isso é o que as palavras 'Diga ao Mundo' realmente significa.


Essa é a razão de estarmos fazendo tudo isso, vindo a público agora para dizer as pessoas a verdade sobre o que Dan experiementou e o que ele aprendeu com as inteligências extraterrestres em primeira mão. Nesse primeiro DVD, mais as muitas horas de entrevistas ao vivo e gravadas que Dan deu a mídia, tecnicamente cumprimos as ordens. Tendo Dan cumprido os requisitos mínimos, agora ele está livre para fazer o que ele quizer com o resto da aposentadoria dele. Eu, por outro lado, tenho tanta informação e material gravado de sobra (não havia tanto espaço no DVD) que posso, claramente, vislumbrar um DVD adicional sobre os aspectos das experiências de Dan, que não tive espaço para incluir no primeiro DVD. Também possuo todos os diários de Dan, cobrindo 20 anos da vida dele, mais centenas de milhares de imagens e vídeos das pesquisas dele.

Como muitos de vocês sabem, a saúde de Dan não é boa. Após esse esfoço de um ano para preencher as ordens dele, ele sofreu outro ataque, ele ainda está muito mal com as conseqüências. Fomos pegos de surpresa, forçados a puxar os freios nas conversas pessoais de telefone, que Dan começou a fazer com pessoas interessantes da comunidade. Estamos esperançosos que elas retornarão uma vez mais, assim que ele se sinta melhor, mas, tudo dependerá da saúde de Dan. De um jeito ou de outro, todas as promessas que Dan e eu fizemos sobre a divulgação das informações ao público serão honradas e contribuições caridosas, como sublinhado por Dan, serão feitas.


Uma coisa eu sei, Dan é um lutador (assista a esses 8 minutos de vídeo no Google, gravado quando Dan não estava consciente de que ele estava na câmera e foi divulgado com a subsequente permissão dele). Ele passou por mais dificuldades do que dez pessoas que postas juntas, ele continua lutando. Penso que ele serviria como uma inspiração para todos - nunca desista! Seja sincero com você mesmo, mantenha sua honra intacta, faça o que você sabe ser direito mesmo se é inconveniente e se mantenha pressionando, não importa o que os outros dizem.



- Marcia A. McDowell, Doutora 09/2006

Rodapés, adicionados pelo Projeto Camelot:

Link referindo-se ao Dr. John Bunyan aqui.


(essa nota foi dada por Marci McDowell) Existe uma parte da história de Dan do passado e tem um impacto sobre tudo isso. Foi no início dos anos 70, quando Dan encontrou um grupo de J-Rods em uma situação de abdução (veja no Projeto Camelot a primeira entrevista com Dan para os detalhes completos). Ele se lembrava muito pouco da experiência, mas, aprendeu mais tarde, na vida dele, que esse foi um ponto crucial para ele.

Devido ao que ocorreu durante o evento, Dan se achou retornando ao parque onde ele foi abduzido, subitamente alterado. Nos próximos anos ele desenvolveu uma habilidade impressionante na área de biologia, microscopia e ciências - tão impressionante que a mãe dele conseguiu que Dan fosse tutelado pelo (entâo) direitor de patologia no Hospital Memorial de Long Beach, em histologia e microbiologia. Dan, ainda era muito jovem, gastou vários anos trabalhando nos fins de semana com o Dr. Reynolds, tornando-se altamente especializado em microbiologia - eventualmente foi levavo a Sociedade Microbiológica de Los Angeles como o mais jovem membro que eles jamais tiveram..


John Michael McConnell, ex-MJ-1 e apontado como Diretor Nacional da Inteligência dos Estaod Unidos em janeiro de 2007.


S-4 é uma área paraticular dentro da Área-51, que por sua vez é uma área dentro da Base da Força Aérea em Nevada.


Nosso Sol com o seu sistema e com sua longa e levemente irregular órbita em torno do centro da galáxia, está gradualmente se aproximando da posição onde, em poucos anos, estará exatamente e simetricamente nivelado com o plano da própria galáxia. Já está muito próximo desse plano, no momento que isso é escrito (2007).

Muitas fontes declaram que isto é conhecido pelos militares e círculos de inteligência - assim como entendido esotericamente através de mensagens via médiuns e outras informações - que quando o sistema solar entrar nessa banda, ele será fortemente afetado pela energia emanante do núcleo da galáxia, o que causará efeitos na ecosfera e na crosta terrestre nunca experimentados na Terra por cerca de 25.000 anos. Esses efeitos já estão sendo sentidos e ficarão mais pronunciados.

Alguns argumentam que isso está, correntemente, causado um aumento na atividade solar e um conseqüente aquecimento de cada planeta no sistema solar,não apenas na Terra, e que uma catástrofe sem precedenes na nossa civilização está em vias de ocorrer. Veja esse excelente artigo de pesquisa para maiores detalhes.

Veja também essa página, as precauções que os militares americanos tomaram, usando trilhões de dólares gastos em construções de cerca de centenas de bases subterrâneas profundas, em que, em caso de calamidade na superfície, poderia ser salvo um grupo da eleite do mundo relativamente pequeno e cuidadosamente selecionado.


O Projeto Aquários foi o nome dado ao estudo do J-Rod e as informações recebidas do estudo.


Dan Burisch relata amplos contatos com dois grupos de J-Rods, ambas as raças do humano do futuro, que viajaram de volta no tempo, para o nosso mundo. Um grupo, chamado pelo Majestic de P45s (uma abreviação para Presente + 45.000 anos), veio de 45.000 no futuro. Um outro grupo é chamado de P52s, e veio de 52.000 anos no futuro.

Os P45s também são chamados pelo Majestic de 'os bandidos', e têm agenda própria - o que não acontece com os P52s. Os P45s são comumente relatados em ufologia como 'os Grays (Cinzas)', o grupo que tem levado avante muitas ou todas as abduções. De acordo com Dan, os P45s têm intenção em 'justificar a história deles' e QUEREM que as catástrofes, descritas em (5) acima, aconteçam, como isto ocorreu na história deles e foi importante para a criação deles como uma raça. O propósito das abduções, Dan explicou na recente entrevista ao Projeto Camelot, é um estudo derivativo da genética longitudinal de longo termo que ajudará apenas a beneficiar a espécie deles. Os P52s são mais altruistas e retornaram para tentar ajudar na nossa presente situação.

Também há um terceiro grupo, chamado pelo Majestic de P52 Orions. Esses também são conhecidos na ufologia, em relatórios de contatados com os 'Nórdicos', se parecem muito com os humanos e são uma raça muito espiritual. Dan apenas os encontrou em tratados de negociação e declarou na entrevista recende com o Projeto Camelot que ele os admirou e gostaria de ter passado algum tempo com eles.

As diferenças em filosofia ocorreram após a catástrofe - que em nosso calendário ainda não aconteceu - causada por um grupo (dos P45 e P52 J-Rods) instalados no subsolo da Terra para sobreviverem no mundo pós-apocalíptico até, eventualmente, eles emigrarem para Zeta Reticuli, enquanto o outro grupo (os P52 Orions) deixaram a Terra logo após a catástrofe para se aventurarem na Lua, depois Marte e outros sistemas estelares distantes que se tornaram a nova casa deles. Fatores ambientais e outros criaram a marcante diferença nos dois genomas após vários dezenas de milhares de anos se passarem. Os P52 Orions estavam em boa forma, enquanto os P45 e P52 J-Rods tinham degenerado substancialmente.

De acordo com Dan, foram os P52 Orions que se encontraram com Eisenhower em 1954, e que, naquela epoca, eles julgaram mal a capacidade dos militares de assumir a responsabilidade pela tecnologia que eles tinham entregado naquela reunião. Depois disso, os P52 Orions re-avaliaram a situação e insitiram que as negociações do tratado deviam começar. Os P45 J-Rods não sabiam da existência do grupo Orion até eles os encontrar neste período. É apenas no contexto das negociações do tratado, em que Dan jogou um papel importante, que os três grupos (quatro, incluindo os humanos do presente) se encontram.


Esse DVD, entitulado Tell the World (Diga ao Mundo), está disponível contate Marci McDowell em marcia_mcdowell@yahoo.com.


Parece haver um complexo emaranhado e interconectado de linhas de tempo que foram criadas na tentativa de 'consertar' essa situação. Como Henry Deacon, que confirma o testemunho de Dan, nos explicou pessoalmente, a essência dos porblemas da linha de tempo é que se viajarmos de volta no tempo e matarmos o avô - o famosos 'paradoxo do avô' - não se deixa de existir na presente linha de tempo. Em vez disso, o paradoxo é evitado por outra linha de tempo paralela sendo criada no ponto da morte do avô. Pode existir qualquer número de tais linhas paralelas e futuras linhas de tempo (criadas por seres do futuro viajando de volta no tempo para fazer mudanças) existe apenas os potencias para nós e não as reaidades fixas predeterminates. Isto é metafisicamente importante, já que a escolha e o livre arbítrio são preservados em todos os tempos.


O J-Rod disse a Dan que o nome dele era Chi'el'ah (pronuncia-se Kee-ay-la).


O que não é descrito aqui por Marci são os espancadmentos diverso que Dan sofreu.

A Doutrina do Paradoxo da Convergência das linhas de tempo também é conhecida como 'DCTP' (útil para pesquisas no Google).


O Manuscrito de Voynich é um documento islustrado, misterioso e longo, de alguma antiguidade. Ele surgiu pela primeira vez na idade média, parece estar em código ou escrito em uma língua desconhecida e nunca foi completamene decifrado.


Veja essa página em nosso site, nas ilustrações 1 e 2, pode se ver o desenho detalhado de Dan do 'carrinho' no qual o J-Rod Chi'el'ah foi transportado; pode ser visto no canto direito inferior de cada imagem. Isto é interessante porque esse não era o propósito dos desenhos originais; o carrinho não está marcado e nenhuma atenção foi dada a ele.

A estória de Dan empurrando o carrinho no Stargate tal que Chi'el'ah pudesse voltar para casa, para o tempo dele no futuro (caindo diretamente dentro do portal) está mostrado graficamente nessa entrevista dele com o Projeto Camelot.


Após a catástrofe (na linha de tempo, na história dele), os J-Rods analizaram porque isso tinha ocorrido. A conclusão deles foi que era quase certo que o efeito de amplificação dos dispositivos artificias do Stargate e do Looking Glass (distintos dos stargates naturais, que não são um perigo) tinham precipitado a catástrofe.

A missão dos P52 J-Rods e P52 Orions era voltar no tempo para nos aconselhar fortemente a descontinuar esses dispositivos até após o período de perigo ter passado - cerca de 2005 a 2017, para dar uma boa margem de segurança. De acordo com Dan, isso ocorreu. Veja a recente entrevista dele com o Projeto Camelot para maiores detalhes. Dan que de acordo com os dados do Looking Glass (a última data obtida antes dos dispositivos serem desligados) a probabilidade da catástrofe ter sido evitada era de 81%, com um confidência de 85% na precisão dos cálculos.

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ATUALIZAÇÃO, janeiro de 2008:

Dan completou o 'sabático' no meio de dezembro de 2007. Embora isso nunca tenha sido explicitamente declarado, está claro para nós que ele foi "convidado a voltar" para o novo grupo Majestic para assistir em algum crítico trabalho que estava ocorrendo ao longo de um período de vários meses para (entre outras coisas) avaliar o progresso no tratamento da manipulação em curso no problema da linha de tempo.

Devemos declarar aqui, para registro, que isso é nossa próprio suposição e que isso não foi declarado a nós por Dan nessas palavras. Ele está muito limitado no que ele pode e não pode revelar sobre as atividades recentes.

Ele, contudo, anunciou no blog dele em dezembro que agora estávamos em segurança fora da Linha de Tempo 2 (que é a catástrofe ocorrida na história dos humanos do futuro) e estávamos agora na Variante 83 da Linha de Tempo 1'.

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Em e entre a complexidade imensa dessas informações desafiadoras, essa pode ser a única coisa mais importante a se entender: que - veja a nota (9) acima - temos livre arbítrio e completa escolha o tempo todo. O que acontecerá conosco é o que aceitamos que aconteça... conscientemente ou inconscientemente. Isso é uma verdade metafísica fundamental.


Temos o presente de ser capazes de escolher o destino e o bem-estar do mundo e de nossa civilização. Uma massa crítica de acordo é necessária em ordem de se escolher o que desejamos experimentar. Se não quizermos que a catástrofe ocorra, então isso comeca com sua intenção consciente, agora.

PROJETO UFOS, VIAGEM NO TEMPO, ETC - CAMELOT ENTREVISTA DAN BURISH



UFOS, VIAGEM NO TEMPO, ETC - PROJETO CAMELOT ENTREVISTA DAN BURISH




Project Camelot entrevista Dan Burisch


1 - http://www.youtube.com/watch?v=kjmcI8E-oGo


2 - http://www.youtube.com/watch?v=CUd2GFDhgeo&NR=1


3 - http://www.youtube.com/watch?v=ltpaL70Kfa0&NR=1


4 - http://www.youtube.com/watch?v=_EKhzmGyXIs&feature=related


5 - http://www.youtube.com/watch?v=T2aErivuKA0&feature=related


http://www.youtube.com/user/deusmihifortis#p/search


Texto de :


http://pistasdocaminho.blogspot.com/2009/11/uma-historia-estranha-e-dan-burish-ex.html


Uma história estranha e Dan Burish, ex- MJ-12


segunda-feira, 30 de novembro de 2009


A entrevista do Projeto Camelot com Dan Burisch, microbiólogo do MJ-12, agência secreta criada para investigar o fenômeno OVNI, criar tecnologia a partir de OVNIs resgatados e desenvolver novas tecnologias a partir da interação com EBEs (entidades biológicas extra-terrestres), É SIMPLESMENTE A MAIS INCRÍVEL QUE JÁ ASSISTI ATÉ AGORA. Eu disse incrível não por que ache que seja ficção ou verdade, mas simplesmente pela natureza dos relatos vindos de um cientista que esteve por dentro dos projetos secretos negados sistematicamente pelo governo dos EUA, relatos que coincidem com outros de pessoas que estiveram em condições semelhantes. É uma entrevista em 12 partes, legendadas em espanhol, eis aqui como aperitivo as duas primeiras.




Serão essas pessoas (Dan Burisch, Alex Collier, David Icke, David Wilcock, Bárbara Marciniak, Jane Roberts, Bob Dean e tantos outros) completos pirados, viciados em "tarja preta alienígena"...risos? No, no lo creyo, pero los otros dicen que si...




O que ganham essas pessoas que colocaram sua reputação, imagem e cabeça à prêmio?




A ESTRANHA HISTÓRIA DE J-ROD UM EBE




Quando eu primeiro ouvi falar de Bill Uhouse, um engenheiro mecânico aposentado de Las Vegas, contar sua história de ter estado envolvido em engenharia de tecnologia reversa em certa instalação do governo, eu fiquei surpreso e confuso. Fiquei surpreso porque ele indicou que o grande chefe do projeto era uma entidade biológica extraterrestre que ele conhecia como J-Rod que supostamente havia chegado a Terra em 1953. Segundo uma outra fonte chamada BJ, foi discutido posteriormente neste artigo, o " J" e o "Rod" serem derivados das primeiras tentativas de estabelecer comunicação entre a entidade biológica extraterrestre, o EBE, e os cientistas americanos que privavam do contacto com o EBE . Desde a divulgação do Documento de Instrução do MJ-12 de Eisenhower no início dos anos de 1980, o termo EBE tem se tornado de uso popular para designar o diminutivo, os humanóides de cor cinza associados aos discos acinzentados. Uma outra variante de pronúncia é Eben, usada pelo físico Paul Bennewitz e outros. Alguns implicam que os Ebens eram também uma classe de EBEs com certas características físicas distintas e dita estar trabalhando com nossos cientistas militares e engenheiros em vários projetos. Segundo BJ, nenhuma linguagem para funcionar como interface com o EBE existia em 1953, e assim uma série de símbolos foram mostrados para testar sua reação. Alguns símbolos pareciam-se com letras e outros eram formas geométricas. O primeiro símbolo que o EBEN apontou parecia um "J." O outro era uma "barra inercial" que parecia um bastão. Assim, os humanos o chamaram "J-Rod." Eu fiquei confuso porque imaginei o porque ele estava revelando a informação concernente a uma operação altamente classificada e estava também cético sobre um outro interno com histórias sobre a Área 51 e S-4.




Kingman, Arizona 1953




O engenheiro Bill Uhouse afirma que houve a queda de uma aeronave EBE perto de Kingman, Arizona em 1953 e que quatro entidades sobreviveram. Isto teria sido seis anos depois das famosas quedas e recuperações de Roswell de uma "nave interplanetária de origem desconhecida". Em Kingman, segundo Uhouse, dois Ebens incapacitados e outros dois que estavam em boas condições foram recuperados por unidades do governo americano especialmente treinado para estas missões de resgate. Os dois não humanos em boas condições foram permitidos reentrar na nave e as entidades incapacitadas foram levadas a uma específica instalação médica. Ele também afirma que a equipe de recuperação que tinha entrado na nave para inspecioná-la ficou com uma misteriosa doença.




A nave foi carregada a bordo de um trailer e levada para a área de testes de Nevada ao norte de Las Vegas. Bill Uhouse afirma que os eventos em Kingman eventualmente resultaram no projeto que o emprega para desenhar e construir um simulador de vôo que nossos aviadores pudessem usar para aprender como pilotar um disco. Bill afirma que encontrou um dos aliens que aparentemente supervisionava este projeto e que era conhecido como J-Rod . Bill disse que trabalhava em Los Alamos e Área 51. Bill conta uma história fascinante e isto teria permanecido apenas uma história até ler sobre um documento que se propõe ser um papel técnico sobre amostras de tecido retiradas de um EBE conhecido como AQ-J-ROD. BJ diz que "AQ" significa Projeto Aquários sob o grupo Majestic -12 criado pelo Presidente Harry S. Truman em 1947 e destinado à pesquisa de discos acidentados e corpos não humanos que tinham caído na América na década de 1940.




J-Rod, Conselheiro Técnico, Área de Testes de Nevada




Em visitas ao simulador de vôo, Bill Uhouse ocasionalmente veria quem agia como conselheiro técnico para o programa ultra-secreto no qual Bill trabalhava. Era J-Rod, um típico EBE de pele cinza, sem pelos e sem expressões faciais. Ele tinha grandes olhos que são típicos destas criaturas. Diz-se ter 200 anos, sofrendo de deterioração celular e ainda localizado em Papoose S-4, Área 51 em Nevada. Mas não posso confirmar isso. Segundo Bill Uhouse, a coisa engraçada era como ele usava calças humanas e uma camisa solta. Seus pés eram diferentes, mas não sei de que forma. Suas mãos de quatro dedos eram longas.




Nota :- Editorial Note de EARTHFILES A Repórter e Editora Linda Moulton Howe: Em setembro de 1998, uma fonte que eu entrevistei longamente que deseja ser chamada simplesmente de "Kewper" me disse que trabalhou em C-A e Ar-y Signal Corps entre 1956 e 1960. Ele estava estacionado em uma escola do exército que ensinava criptação no sudeste americano. Seu supervisor pediu a Kewper para se juntar a um grupo CI altamente classificado para analisar fotografias, desenhos, documentos e outras evidências de todo o mundo relacionadas à presença de uma inteligência não humana. Kewper disse que em agosto de 1958, ele, seu chefe e outros cinco colegas voaram para a base da força aérea de Nellis , Nevada para um encontro com um coronel da força aérea em uma área construída nas montanhas Papoose perto de Groom Lake chamada S-4. Lá, o grupo não apenas viu sete naves redondas dentro de uma área oca das montanhas Papoose , mas foram levados a um escritório para tentar se comunicar telepaticamente com um não humano grey trabalhando de alguma forma com o governo americano.




BJ, Dr. Dan Burisch a as amostras de tecido de J-Rod




Enviei uma cópia do documento que recebi referente a J-Rod para um contacto meu em Las Vegas conhecido como BJ. Ela tinha trabalhado com o amigo dela, Dr. Dan Burisch, sobre objetos anômalos que apareciam em imagens de Marte, especialmente em uma área conhecida como "Inca City." Parece que anteriormente Dan tinha trabalhado na supersecreta S-4 como Dr. Danny Benjamin Cain, um microbiologista que tinha tomado amostras de tecido de um EBE. Ele foi listado no documento que recebi como Danny Benjamin Cain, Ph.D. (Capitão, marinha dos EUA, N.R.L.) Líder de Grupo de Trabalho, Projeto Aquários, R-4800, Papoose Site 4.




Nas palavras de BJ, "quando confrontado com a evidência , Dr. Burich se tornou altamente defensivo, mas mais tarde admitiu que de fato tinha estado envolvido com experimentos com tecidos de uma natureza "desconhecida" que por fim se provaram ser de uma fonte alien. Foi também confirmado que o material da fonte alien foi obtido de uma entidade biológica extraterrestre hospedada profundamente sob a base", em uma instalação segura que parecia uma esfera ou câmara arredondada como uma bola. Porque? Não sei. Esta revelação desencadeou uma série de problemas: nossas comunicações pela Internet e pelo telefone foram monitoradas repentinamente e sofreram interferência. A fonte desta interferência foi por último, determinada ser antigos empregadores do Dr. Burich lá de cima que estavam monitorado tudo que Dan dizia por medo que ele pudese divulgar informação sensível. Ele recebeu visitas de ameaça e intimidação de representantes de seus antigos empregadores em sua casa e trabalho como um aviso para não falar mais nada sobre o assunto. Segundo BJ, o Dr. Burisch teve até mesmo a mão quebrada e a memória alterada de forma a não se lembrar coisa alguma sobre S-4 e J-Rod. Mas um documento tinha vazado da Área-51 contendo a assinatura do Dr. Dan Crain e descrevendo em grandes detalhes a natureza dos experimentos que estavam ocorrendo na instalação de laboratório sob a Área-51 - experimentos que Dan não falaria sobre. Este documento indica que o Dr. Dan Burisch (que teve seu nome legalmente alterado para Crain em meados dos anos de 1990) era o cientista responsável por entrar na "esfera limpa" e tomar mais de 200 amostras de tecidos de um ser alien alojado lá e para ajudar a coordenar a pesquisa do DNA alien. Os conteúdos deste documento são de arrepiar. Descreve, em grande detalhe os tipos de preparações de tecido necessárias para a propagação do tecido alien e o uso de DNA humano retirado de cadáver para tentar reparar uma falha neural entre os aliens que era pensada ser genética. Também discute a unânime desaprovação da equipe de engenharia reversa genética sendo realizada [pela autoridade de quem?] que poderia ter o intento de intercruzamento de humano e alien para aparentemente revitalizar a espécie.




Trechos deste documento vazado da Área 51 e assinado pelo Dr. Dan Crain aka Dr. Dan Burisch. "Este documento (identificado como Q-94-109A) é roteado para as próprias autoridades de direito a nível de MAGIC do Comando Espacial Naval, de acordo com o UNOST (adotado em 19 de dezembro de 1966: entrado em vigor em 10 de outubro de 1967)... os conteúdos deste relatório são para serem vistos como relatório final (spec. K-24) do Principal Investigador, Líder de Grupo de Trabalho (R-4800, Occupant Papoose Site 4). "Os resultados da experimentação IN VITRO sob o Projeto Aquários dirigido peloNSA/NSC (Amostra por Avulsão Aspiratória de subtegumento Neuronal Subsecção King-35 {K-24, Extraterrestrial Biological Entity {EBE} também conhecida como 'AQ-J-Rod' {JR}) são aqui relatados”.




O relatório continua para afirmar: "...metodologia necessária a introdução do investigador principal na esfera limpa pressurizada, que constituiu um I.G.A. - declarado "Contacto Imediato Extraterrestre (E.C.E.), Classe IV.c." Sob a seção intitulada "ORDEM", o propósito do estudo principal foi explicado: 'determinar, para uma certeza científica, as razões para in vivo reparar a falência neuronal, nas extremidades dendríticas terminais, de um conjunto de amostras celulares, in vitro. Classificar tais razões, funcionalmente, para determinar os mecanismos de tal falha, então isolar as mais prováveis condições celulares pré existentes para permitir a apropriada regeneração" (isto parece indicar que o estudo foi realizado para tentar entender porque a fisiologia alien não estava se auto reparando - ao menos no tecido neural - no modo que deveria .) O relatório continua.... [as amostras de tecido que foram retiradas do EBE foram desenvolvidas em um meio de agar] "igual combinações de desoxilato dictostélio pressurizado em 10.000/100.000 (%) e acetato de glicose."




Este meio produziu as mais altas taxas de crescimento celular, fibrilar . O relatório continua para dizer que "os protocolos nominais de contaminação-restrição foram seguidos" e então citou " contaminação cruzada protocolo 6, N.R.L., Documento Número Q-93-016B para orientação de procedimento. "






Breve História de alegados Visitantes Eben




EBE-1 foi supostamente retirado vivo de um dos discos acidentados de 1947 e foi alojado em cativeiro em uma área subterrânea dos laboratórios de Los Alamos, Novo México. EBE-1 morreu de causas desconhecidas em 18 de junho de 1952.




J-ROD foi alegadamente recuperado de um disco acidentado perto de Kingman, Arizona e levado para a área de testes de Nevada e Área 51, S-4, Groom Lake a o complexo de desenvolvimento de pesquisa nas montanhas Papoose. Alguns internos tem implicado que J-Rod pode ter sido parte da equipe EBE-3, mas penso que ele chegou separadamente depois do acidente perto de Kingman, Arizona em 1953.




EBE-2 chegou em abril de 1964 para o primeiro pouso oficial para contacto. A localização foi uma área altamente segura chamada de Área 17 em White Sands (não é a base da força aérea de Holloman ) localizada exatamente ao sul do presente sítio de pouso de cápsulas. EBE-2 foi descrito durante uma entrevista de 5 de março de 1983 com um antigo agente da AFOSI em Los Alamos como tendo 4' 9" de altura e um corpo muito pequeno: estava vestido com um estreito macacão justo e tinha quatro dedos e nenhum polegar. A entrevista supostamente aconteceu segundo depois alegados mesmo CI que me foram mostrados por um antigo empregado de Wright-Paterson e Sandia Labs.




EBE-3 veio em uma troca de cientistas em 1978 junto com dois ajudantes. Um ajudante foi designado para Groom Lake e o outro para o laboratório de Los Alamos . EBE-3 era macho e a auxiliar de LANL era fêmea. EBE-3 e seus ajudantes saíram em novembro de 1994.




Aqui você tem isto - uma história maravilhosa e um documento provocante a ser acrescentado a todos os outros que vazaram - , documentos J-12 e do Projeto Aquários . Você pode alegar que é apenas uma história fantástica ou desinformação CI [com que propósito?], mas a verdade é que não sabemos. Os testemunhos em separado e os documentos, precisam de pesquisa posterior e análise. Também precisamos que mais indivíduos voluntariamente se apresentem e dêem seu testemunho e tenham sua história pregressa autenticada pelos pesquisadores se formos dispender esforço adicional em buscar a verdade sobre a presença extraterrestre. Se você tem qualquer mais informação sobre J-Rod e Ebens, por favor entre em contacto com Bill Hamilton em:




skywatcher22@hotmail.com.




Reconhecimentos: Meus agradecimentos a Bill Uhouse, Robert Collins, B.J., e Robert por partilharem a informação sobre J-Rod e os Ebens. E a Linda Moulton Howe e Kewper pela comparação de desenhos do encontro em primeira mão de Kewper em agosto de 1958 em Papoose S-4, Área 51, base da força aérea de Nellis .




fonte: EARTHFILES

PERPECTIVA EXTRATERRESTRE SOBRE NOSSA HISTÓRIA



PERSPECTIVA EXTRATERRESTRE (ANDRÔMEDA) SOBRE NOSSA HISTÓRIA - ALEX COLLIER

Entrevista no Youtube:


Alex Collier - Aliança Galáctica vs Reptilianos de Orion 1
http://www.youtube.com/watch?v=pd4HBPYIE9I&feature=PlayList&p=EE2D0F4842557506&index=0&


playnext=1


Alex Collier - Aliança Galáctica vs Reptilianos de Orion 2
http://www.youtube.com/watch?v=cJhHBW4f8SI&feature=PlayList&p=EE2D0F4842557506&index=1


Alex Collier - Aliança Galáctica vs Reptilianos de Orion 3
http://www.youtube.com/watch?v=PE0Eo30aw1s&feature=PlayList&p=EE2D0F4842557506&index=2


Alex Collier - Aliança Galáctica vs Reptilianos de Orion 4
http://www.youtube.com/watch?v=jCccNcio2l0&feature=PlayList&p=EE2D0F4842557506&index=3


Alex Collier - Aliança Galáctica vs Reptilianos de Orion 5
http://www.youtube.com/watch?v=2lg7NW3jEsw&feature=PlayList&p=EE2D0F4842557506&index=4


Alex Collier - Aliança Galáctica vs Reptilianos de Orion 6
http://www.youtube.com/watch?v=EB5iVsXj7H0&feature=PlayList&p=EE2D0F4842557506&index=5


Alex Collier - Aliança Galáctica vs Reptilianos de Orion 7
http://www.youtube.com/watch?v=WoKLT0c0c58&feature=PlayList&p=EE2D0F4842557506&index=6


Alex Collier - Aliança Galáctica vs Reptilianos de Orion 8
http://www.youtube.com/watch?v=yaXzT-EFJXw&feature=PlayList&p=EE2D0F4842557506&index=7


Alex Collier - Aliança Galáctica vs Reptilianos de Orion 9
http://www.youtube.com/watch?v=ZvHN7sMg2js&feature=PlayList&p=EE2D0F4842557506&index=8


Alex Collier - Aliança Galáctica vs Reptilianos de Orion 10
http://www.youtube.com/watch?v=0qbHiCN-PTs&feature=PlayList&p=EE2D0F4842557506&index=9


Alex Collier - Aliança Galáctica vs Reptilianos de Orion 11
http://www.youtube.com/watch?v=LuqSl3ZHgbs&feature=PlayList&p=EE2D0F4842557506&index=10


Alex Collier - Aliança Galáctica vs Reptilianos de Orion 12
http://www.youtube.com/watch?v=x_IEfsDFGug&feature=PlayList&p=EE2D0F4842557506&index=11




Uma Perspectiva Andromedana Sobre a História Galáctica


por Alex Collier


Conferência Global Wings, Agosto 2002 (Transcrita em Jun/07)



Esta é a conferência final de Alex Collier antes de sua saída do circuito de conferências UFO em 2002. Nunca foi publicado. O conteúdo trata de informações reveladas a ele por contatos extraterrestres andromedanos a respeito da história galáctica. A informação é vital para o entendimento da intervenção histórica por extraterrestres. Investigações conduzidas pelo editor chefe do Jornal Exopolitics apontam para a credibilidade de Alex Collier como alguém que interagiu fisicamente com os extraterrestres. Transcrito por Teri Callaghan – Junho 2007.



Introdução


Meu nome é Alex Collier. Essencialmente, falaremos sobre as 22 raças extraterrestres. De forma resumida, nós somos uma composição de diferentes raças, 22 para ser exato.


Foi nos ensinada uma versão bem superficial da história da Terra. Fomos ensinados que evoluímos de uma única célula, que essencialmente somos um acidente. Algo muito estranho, porém milagroso, aconteceu para um casal de chimpanzés e aqui estamos! Poderia ser tão simples. Na verdade, eu prefiro mais a versão real que a inventada.


Vou iniciar com algumas das linhas de tempo terrestres da história e vou adentrar períodos específicos para provar um ponto.



A história ensinada da Terra


A Terra está se formando juntamente com outros planetas no sistema solar. A Terra está nascendo, a vida está acordando. As primeiras placas tectônicas estão começando a se mover. Fungos, plantas, animais e organismos estão se desenvolvendo e a atmosfera está se tornando enriquecida com oxigênio.




A história ensinada pelos Andromedanos


Uma antiga raça, conhecida como “Os Fundadores”, a qual andromedanos e pleiadianos acreditam ser uma antiga raça chamada Paa Tal, está trabalhando num programa de engenharia, por meio do qual os ambientes dos planetas e terra-forming estão sendo feitos. Eles o fazem para tornar estes planetas adequados e habitáveis para organismos e vida, convertendo-se em ecossistemas preenchidos com hidrogênio, oxigênio, metano e amônia. Todos estes são gases para a introdução e colonização de microrganismos e outras formas de vida. È um mecanismo auto-replicador que bombardeia cometas e planetóides para mudar a rotação e a química dos planetas.


O feito de engenharia de transladar planetas para mais perto ou mais longe de seu sol ou movimentar e adicionar luas é uma prática que está em plena atividade hoje nesta e em outras galáxias. É a construção de um sistema solar. Acontece muito. Há raças, como os andromedanos, que são capazes de criar um sistema solar.


Todos os projetos, parece, foram feitos para adentrar muitos sistemas estelares e muitos corpos planetários habitáveis para a vida orgânica. Pequenas máquinas, construídas há muito tempo, foram descobertas e ninguém sabe exatamente quem as construiu. Elas não podem ser replicadas.


Incrivelmente, estas máquinas ainda funcionam. Elas não tem um nome na língua inglesa, não têm nem mesmo um símbolo que possamos compreender. Foi a mim explicado que se trata de um mecanismo de anti-matéria. Ele cria matéria. Ele cria moléculas que então criam átomos que se manifestam fisicamente. E eles são verdadeiras máquinas. São como computadores onde você pode programá-lo para o que quiser e esta máquina irá, literalmente, trazê-lo à tona e manifestá-lo fisicamente. Se cada um de nós tivéssemos esta máquina, seria como ganhar na loteria todo dia. Mike gosta de fazer VWs. Ele pôde fazer por si próprio um novo VW assim que os novos modelos vieram, assim que soube o que queria. Eu pude criar uma babá de forma que minha esposa e eu pudéssemos sair. Aparentemente, há 7 destas funcionando realmente e 7 diferentes raças tem um. Estes são achados arqueológicos, descobertas, máquinas fazedoras de átomos, por ausência de melhor palavra. Há uma aqui no planeta. Eles também descobriram complexos de construção avançados, maquinário muito grande e ecossistemas completos. A vida orgânica terrestre é muito menos comum que os ecossistemas de gás hidrogênio na nossa galáxia porque ecossistemas de gás oxigênio são limitados à presença geológica de água. Para formas de vida à base de oxigênio, o que é tudo neste planeta, há de existir água. O nosso ecossistema é precioso, nossa biosfera. Em segundo lugar, a nossa água. Nosso planeta inteiro costumava ser de água fresca, porém os oceanos foram salinizados. Foi Nibiru, da constelação de Bootes, que o fez porque queria controlar a água. Eles salgaram o mar e quando o fizeram, havia somente 4% de água pura e eles tinham total controle sobre ela. Foi preciso 36 anos (em nosso sistema de referência) para salgar completamente os oceanos, o que deu tempo para todas as formas de vida se adaptarem lentamente. Mas, nós não podíamos beber a água depois disto.


Eu lhe darei um exemplo sobre os andromedanos. Os andromedanos são de 430 a 450 anos (em nosso sistema de referência) mais avançados que nós tecnologicamente. Um ano equivale a 365 dias, ou seja, uma rotação do planeta ao redor do sol. Os andromedanos contam os anos de forma completamente diferente. De fato, quase todos os extraterrestres o fazem. Na contagem de tempo deles, o que consideram ser um ano é o período que leva toda célula de seu corpo a ser duplicada, replicada. Desta forma, 1 ano andromedano seria igual a 7 anos em nosso corpo. Levam aproximadamente 34 anos (em nossa referência) para replicar cada célula em seus corpos.


Então, é difícil precisar datas de fatos ditos por eles em nossa linha de tempo. Na realidade, se eu disser que foi há 4000 anos atrás, é muito mais que isto. Mas, eles tiveram muitas dificuldades em me explicar dentro do tempo terrestre, porque não lidam com o conceito de tempo. Eu estou lhe dando estes números somente para lhe conferir uma idéia do quão vasta é nossa história.


Esta é a única forma de apresentar este conteúdo a você, de outra forma, ficaria muito confuso.


Os ecossistemas à base de hidrogênio são mais abundantes que os de metano porque não são complicados. Os ecossistemas à base de oxigênio são mais complexos, os mais complexos da galáxia. Evidências arqueológicas, registros e lendas apontam para ”Os Fundadores”, os Paa Tal, como criadores e amparadores desta galáxia. Este desaparecimento e/ou extinção dos fundadores parece premeditado. Para os andromedanos, quando se referem à extinção, se não há registro físico deles na terceira densidade, estão extintos na terceira densidade. Isto não significa que se foram, pode ser que ascenderam e evoluíram para uma freqüência mais alta ou se moveram para uma frequência mais alta para criar a terceira densidade e, quando terminaram, foram-se. Mas estão extintos na terceira dimensão.


Para compartilhar esta informação em particular, é importante tentar pensar holograficamente aqui. Há muitas implicações decorrentes desta informação e é difícil tentar expressá-la porque a língua inglesa é tão limitada para dar a você um conceito de como tudo foi feito.


Quando os Paa Tal aparentemente se foram, de acordo com o registro arqueológico, outros tipos de vida, formas de vida aptas a experimentar coisas através dos sentidos tais como reptilianas, humanas, plásmicas e outras formas à base de metano começaram a aparecer, e aparecer de forma completa. Agora pense, isto significa que vieram de algum outro lugar ou foram trazidos de outro lugar. Não houve milhões e milhões de anos neste período. Este é o mesmo problema que os nossos arqueólogos têm no planeta. Eles continuam adotando a evolução mas não há prova de evolução no registro geológico, arqueológico. As formas de vida apareceram completamente formadas. É incrível! São os arcanjos Paa Tal os deuses ? Ninguém sabe o que são, motivo pelo qual se referem a eles como “Os Fundadores”, porque não o sabem. Os Andromedanos dizem que há uma criação, um criador. Eles, em sua tradição, dizem que não há uma freqüência masculina dominante. Na opinião deles, a freqüência dominante é feminina, ou seja, o criador é uma DEUSA.






A era paleozóica: de 554 milhões a 245 milhões de anos atrás.






Na era paleozóica houve uma dramática explosão de diversos animais multicelulares. Eles a colocaram porque, de repente, tudo está lá, está no registro geológico. Não sabem como chegou lá, de onde vieram, mas está lá, então dizem “Bem, apenas explodiu, lá está”. Todas estas diferentes formas aparecem de lugar nenhum. Espécies aparecem com todos os seus animais viventes e espécies aparecem dentro de alguns milhões de anos. De novo, não há nenhum processo evolutivo aqui. Eles somente começam a ser vistos no registro arqueológico e cada um existindo em diferentes partes dos nossos modernos continentes.


No momento em que isto estava acontecendo, os pólos norte e sul estavam diferentes. Havia tido um deslocamento dos pólos. É onde os pólos norte e sul físicos giram geralmente seguindo uma mudança de pólo magnética, se feita por si própria. Se não foi feita por si própria, é porque um planetóide ou um asteróide atingiu o planeta, fê-lo rolar e então o que acontece é, os pólos magnéticos se corrigirão com o tempo e o farão com que o planeta gire de volta, ou os pólos magnéticos seguirão. Eu não entendo este mecanismo.


A costa oeste da América do Norte correu de leste a oeste ao longo do equador. No mesmo período, 544 milhões a 245 milhões de anos atrás, tem-se a história dos ETs, a história dos ETs andromedanos. As raças do sistema solar começaram a desenvolver viagens espaciais. A maioria estava somente apta a viajar dentro dos seus sistemas estelares. Alguns, entretanto, estavam aptos a viajar fora de seus sistemas estelares e começaram a contatar e descobrir outras culturas. O início do tráfego entre os sistemas estelares começa. Rotas de tráfego são estabelecidas e negociadas. O compartilhamento de tecnologia começou e o desenvolvimento de novos sistemas de viagem espacial também começou porque agora as colônias espaciais, as diferentes raças estabelecidas aqui que vieram completamente formadas, descobriram como deixar os seus planetas e agora estão falando para outras pessoas captando diferentes perspectivas e compartilhando idéias e opiniões.


Tratados foram forjados entre os sistemas estelares e as raças. Uma raça particular de seres aptos a experimentarem coisas através dos sentidos, a Alpha Draconian ou Ciakar, muito avançada em termos de viagem espacial, começou a explorar a galáxia. Eles foram os pioneiros, de acordo com os andromedanos, a sair do planeta e eram, na época, os mais avançados.


É uma incrível raça, apenas têm alguns preconceitos ridículos. Mas, como uma cultura, têm feito coisas incríveis e muitas outras raças aprenderam a partir deles também. Sua espaçonave, à época, eram luas e planetóides ocos equipados com propulsão que foram restaurados para a criação de seus próprios ecossistemas.


Algumas delas usavam combustível que não é à base de óleo como temos aqui, mas algum tipo de gel que foi cavado em seu sistema estelar. Eles criaram motores de energia cinética, um tipo de eletricidade no meu entender.






A era mesozóica: de 245 milhões até 65 milhões de anos atrás



De acordo com a história terrena, “mesozóica” significa animais intermediários. É o período em que a fauna mundial mudou drasticamente. Ela não tinha mudado antes, mas agora muda subitamente, assim como a vegetação terrestre. Os dinossauros apareceram de lugar nenhum e evoluíram nas eras jurássicas e triássicas, somente para depois se tornarem extintos. Outro asteróide, conhecido como Columbia, atinge a terra no oceano atlântico distante da costa. Agora, foram estes fatos premeditados? Ninguém parece saber se eles são ou não. O que é interessante é que toda vez que o planeta é atingido por um asteróide ou há um deslocamento de pólo, muda-se radicalmente o planeta ou seu ecossistema se torna mais e mais amigável à vida humana. Há 244 milhões de anos atrás, nós não podíamos viver neste planeta. Havia muitas outras cosias lá fora que poderiam nos machucar.






História Extraterrestre do período de 245 a 65 milhões de anos Atrás.


Muitas civilizações planetárias fazem viagem espacial completa. O tráfego interplanetário é muito bem estabelecido, a necessidade dos recursos naturais aumenta e provoca a exploração da galáxia por seres avançados capazes de experimentar coisas através de seus sentidos. A viagem espacial esteve em progresso por mais de 17 milhões de anos terrestres neste período. Olhe para o que temos concluído em 4000 anos. Sabemos que estivemos detidos e também sabemos que há tecnologia que nos foi escondida.


As mais bem estabelecidas raças são as Ciakars da constelação do Dragão, as civilizações de Órion e do sistema estelar de Vega na constelação de Lira. A colonização está em plena atividade. Muitas alianças planetárias acertaram regras de colonização que estão se estendendo cada vez mais adiante na galáxia. Então, há 245 milhões de anos atrás, nossos irmãos estelares ou ancestrais já faziam viagens espaciais. Eles estavam levantando regras de colonização entre eles. Isto é incrível para mim.


A descoberta de rodovias espaciais, o que nossos cientistas teorizam existir como buracos de minhoca.

Há rodovias espaciais (buracos de minhoca). O descobrimento delas aconteceu neste período. Até agora, 17 foram descobertas somente na nossa galáxia. Os buracos de minhoca são túneis que vão a diferentes partes da galáxia. Somente para dar um exemplo, nossos cientistas teorizam que se você puder adentrar em um deles, você está do outro lado da galáxia num piscar de olhos, decorrido tempo nenhum, como no filme “Stargate”. Muitos deles se conectam com outras galáxias. E nós temos de assumir que ao menos 1 destes túneis conectores poderiam ser para a galáxia de Andrômeda, que poderia ser aqui acima. Então, você tem um buraco e agora você tem um caminho de chegar a ele, incrivelmente rápido. Então, não é uma situação em que você entra num foguete e, no momento em que você alcança o seu destino, todo mundo está morto por idade elevada, porque a galáxia é imensa e está se expandindo o tempo todo.


Alguns destes tubos ou rodovias espaciais foram rompidos repentinamente à medida que a galáxia expandiu. Nenhuma raça galáctica até o momento sabia como foram construídos ou quem os construiu e portanto não podem ser reparados. Há uma hipótese de que “Os Fundadores” o criaram, o que explica como estavam aptos a fazer todas as eco-construções na galáxia preparando a introdução da vida aqui. A verdade é que não sabemos. Pode ter sido construído por alguém antes deles, nós não sabemos. De acordo com os andromedanos, a terceira densidade, como a conhecemos, tem 21 bilhões de anos. O universo que conhecemos, que inclui todas as dimensões, tem 21 trilhões de anos terrestres, o que é um número assombroso.


Segundo os andromedanos, somente 2 destes buracos de minhoca não estão rompidos na nossa galáxia. Então, de 17, 2 estão completamente operacionais. Conforme o tráfego aumentou, a amplitude de formas de vida também ocorreu. A experiência de transplante de formas de vida e vegetação está em plena atividade.


No período de 245 até 65 milhões de anos atrás, nossos ancestrais extraterrestres transplantavam as formas de vida e a vegetação de alguns sistemas para outros sistemas estelares. O transplante de formas de vida acontece somente com vidas que tem potencial. Segundo Moraney, este potencial pode somente se desenvolver em ecossistemas complexos. E o ecossistema mais complexo da galáxia é o baseado em oxigênio. Ecossistemas verdadeiramente complexos ocorrem somente num número relativamente pequeno na galáxia. Poderia haver alguns bilhões de planetas, mas quando você leva em conta a quantidade de sóis e sistemas estelares que temos, de fato é um número pequeno pois os sistemas à base de hidrogênio pesam sobre todos os outros.


Um ecossistema planetário, complexo é muito valioso no universo para a consciência. As espécies, entretanto, vêm e vão. Mas, uma biosfera verdadeiramente rica irá perdurar até que não fique comprometida. Dinossauros, pássaros, árvores frutíferas são trazidos ao nosso ecossistema e transplantados em 3 ecossistemas do nosso sistema solar: Terra, Marte e Urano.


Todas as raças extraterrestres desenvolvidas incutiram em suas civilizações que a conservação da biosfera foi e é uma necessidade. Eles já estavam ensinando suas crianças sobre a conservação do ecossistema.






A história ensinada da Terra


Às vezes chamada de era dos mamíferos porque os animais terrestres maiores e mamíferos se mostraram nesta época. É também chamada da era das plantas florescentes, da era dos insetos, dos peixes e pássaros.






A história ensinada pelos andromedanos


Nosso sistema solar está sendo visitado cada vez mais. Três ecossistemas altamente complexos já existem aqui. A primeira bio-esfera auto-contida foi chamada “Éden”, termo também adotado pelos seres de Órion, Nibiru e das Plêiades. Um É-den é como um jardim: uma bio-esfera completamente transplantável que contém tudo que é necessário para existir em outro lugar qualquer.


Nós não fazemos idéia do quão inteligentes são os nossos ancestrais porque eles não viajam sempre em naves enormes. Mas aprenderam a viajar à velocidade da luz e se assegurar de que o quer que precisem, eles têm ou podem fazer crescer. Agora, virtualmente qualquer nave mãe tem sua ecosfera interna. Há as naves de reconhecimento, as naves de 4, 5, 100 milhas. A nave de 100 milhas pode ter algum tipo de ecosfera interna porque ela tem uma equipe interna que precisa se alimentar, então eles irão criar um ambiente similar a um parque e uma ecosfera dentro dela. A maioria das naves que atingiram a Terra é mera nave de reconhecimento. Se uma nave de 100 milhas atingir a Terra, nós podíamos ter um deslocamento de pólos e todos saberiam.


Uma nave mãe andromedana é uma esfera completa cujo interior é um mundo completo. No centro desta nave, e ela pode ter três, há ecossistemas, como se fossem parques, de 21 milhas. Aquele que vi tinha 21 milhas de uma ponta à outra. A nave tinha 900 milhas e, para eu ver literalmente cada polegada daquela nave, demoraria 25 anos. Ela tinha tudo. Nestes parques, você não poderia dizer que estava numa nave, você pensaria que estava num parque, Agora Hills Califórnia, Parque Nacional Rocky Mountain, Parque Central. E eles são completos, tudo cresce à bordo da nave. Então, quando eles chegam aqui, enviam uma equipe para a superfície do planeta para pesquisar a vida das plantas, a geologia do planeta, os minerais, etc. Eles literalmente soltam 12 antenas cilíndricas plantando-as sob o solo, ao menos 1 milha abaixo. E quando as acionam, conectam-nas. Assim criam uma cúpula de freqüência descarregando as plantas, as árvores frutíferas e tudo de que precisam para atender a sua fisiologia. A biosfera não tem muito oxigênio nem carbono, é o que exatamente precisam. Pode até ser hidrogênio porque, então, uma vez que saem, vestem seus trajes espaciais e fazem seu trabalho. Mas quando chegam, retornam à sua bio-esfera e é como se vivesse no seu planeta lar.


A primeira biosfera foi fundada na atual América do Norte, ao longo do que hoje é conhecido como fronteira México-Arizona. E foi fundada e estabelecida pelos Ciakars, que são formas de vida baseadas em hidrogênio, então precisavam de algo similar. O hidrogênio é um gás que nossa fisiologia não permite inalar e viver num ambiente que o contém. Mas os seres à base de hidrogênio tendem a ser grandes, mais lentos em movimento e em ritmo do seu bio-sistema que os à base de oxigênio. Algo interessante sobre os seres à base hidrogênio é que não são mais rápidos que a velocidade da luz para viagens espaciais. Já, os seres à base de oxigênio são conhecidos por viajar 4 vezes a velocidade da luz. Em conferências anos atrás, eu falei sobre o preconceito com uma perspectiva extraterrestre. Todos os preconceitos que temos, nós aprendemos. Nós formamos alguns, mas a idéia de “não gostar de nenhum da sua própria raça” nos foi ensinado por eles há milhões e milhões de anos atrás.


O primeiro Éden foi criado há 899.701 anos pelos Ciakars na fronteira do Novo México / Arizona. Os reptilianos ainda preferem o deserto. Esta bio-esfera foi primeiramente habitada pela civilização reptiliana dividida num sistema de classes formidavelmente similar àqueles da Inglaterra onde há realeza: a classe dos oficiais que são os duques e condes e a dos camponeses que fazem o trabalho pesado.


Segundo Moraney, esta primeira bio-esfera foi construída pela classe dos oficiais de seres reptilianos e eles foram os primeiros a ficarem aqui.





[texto] Traduzido por Thiago Freitas para Anjo de Luz


ver também Diplomacia Galáctica






Vídeos de uma palestra de


Alex Collier


Fonte: Recebido por e-mail de Paulo Fradinho

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Alex Collier : Entrevista por Shinydemise




entrevista realizada pelo Nebiros =) do Canal ShinyDemise e do site ShinyDemise Project e a quem devo agradecer não só pelo trabalho maravilhoso que ele realiza mas pelos conselhos inestimáveis. Nesta entrevista ele fala com Alex Collier sobre a mudança da consciência, fala sobre Jesus Cristo, fala sobre 2013, fala sobre sexo na perspectiva de outras raças, sobre Nibiru e sobre Alex Joens.

Ruinas de uma antiga Cidade no Brasil



RUÍNAS DE UMA ANTIGA CIDADE DESCONHECIDA, NO BRASIL


O manuscrito 512, ou documento 512, consiste em um dos arquivos manuscritos da época Brasil colonianista que está guardado no acervo da Biblioteca Nacional do Rio de Janeiro. Tal documento, tem caráter expedicionário, e consiste em um relato de um grupo de bandeirantes, embora o nome de seu autor seja desconhecido.


Este manuscrito é a base da maior fábula arqueológica nacional, e um dos mais famosos documentos da Biblioteca Nacional. O acesso ao relato original é extremamente restrito atualmente, embora uma versão digitalizada dele tenha sido disponibilizada recentemente com a atualização digital da biblioteca nacional.


Descoberta e Valorização


Não obstante a datação do anos de 1753, estima-se que a escritura seja realmente setecentista por determinados aspectos relatados, seu descobrimento e noção de relevância, contudo, ocorreram apenas em 1839. De forma um tanto irônica para com a importância do documento, e ainda de maneira a reforçar todo o mito que envolve o objeto, o documento 512 foi encontrado ao acaso, esquecido no acervo da biblioteca da corte (então a biblioteca nacional).


O manuscrito, muito antigo, e já deteriorado pelo tempo, foi descoberto por Manuel Ferreira Lagos, e posteriormente entregue ao Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro (IHGB); foi nas mãos de um dos fundadores do instituto que a escritura teve seu real valor reconhecido e e divulgado: após leitura o cônego Januário da Cunha Barbosa publicou uma cópia integral do manuscrito na Revista do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro, com a adição de um prefácio no qual esboçava uma teoria de ligação entre o assunto do documento e a saga de Roberto Dias, um homem que fora aprisionado pela coroa portuguesa por se negar a fazer revelações a respeito de minas de metais preciosos na Bahia.


Em um contexto de busca da identidade nacional, e valoração dos atributos brasileiros, o documento ganhou um destaque e um enfoque cada vez maiores ao longo dos anos, tanto por parte de aventureiros, como intelectuais, religiosos, e até do próprio imperador Dom Pedro II. O tão investigado relato que faz o documento, e que foi motivo de sua relevância ao longo da história defendido arduamente por muitos, contestado calorosamente por outros, e obsessivamente buscado por alguns: o documento 512 traz o relato do encontro de alguns bandeirantes com as ruínas de uma cidade perdida, uma civilização arruinada em meio à selva brasileira com indícios de desenvolvimento cognitivo, além de riquezas, e um fim desconhecidos.


O Mito da Cidade Perdida


O documento que hoje traz o subtitulo de Relação histórica de uma occulta e grande povoação antiquissima sem moradores, que se descobriu no anno de 1753, narra o encontro do grupo de bandeirantes com ruínas de uma cidade perdida e desconhecida até então.


O relato da expedição, em sua parte mais conhecida, conta que houve quem avistasse de uma grande montanha brilhante, em consequência da presença de cristais e que atraiu a atenção do grupo, bem como seu pasmo e admiração. Tal montanha frustou o grupo ao tentar escalá-la, e transpô-la foi possível apenas por acaso, pelo fato de um negro que acompanhava a comitiva ter feito caça a um animal e encontrado na perseguição um caminho pavimentado em pedras que passada por dentro da montanha rumo a um destino ignorado.


Após atingir o topo da montanha de cristal os bandeirantes avistaram uma grande cidade, que a princípio confundiram com alguma pole já existente da costa brasileira e devidamente colonizada e civilizada, todavia ao inspecioná-la verificaram uma lista de estranhezas entre ela e o estilo local, além do fato de estar em alguns trechos completamente arruinada, e absoluta e totalmente vazia: seus prédios, muitos deles co mais de um andar jaziam abandonados e sem qualquer vestígio de presença humana, como móveis ou outros artefatos.


A entrada da cidade era possível apenas por meio de somente um caminho, macadamizado, e ornado na entrada com três arcos, o principal e maior ao centro, e dois menores aos lados; o autor do texto expedicionário observa que todos traziam inscrições em uma letra indecifrável no alto, que lhes foi impossível ler dada a altura dos arcos, e menos ainda reconhecer.


O aspecto da cidade narrada no documento 512 mescla caracteres semelhantes aos de civilizações antigas, porém traz ainda outros elementos inidentificados ou sem associação; o cronista observa que todas as casas do local semelhavam à apenas uma, por vezes ligadas entre si em uma construção simétrica e uníssona.


Há descrição de diversos ambientes observados pelos bandeirantes, admirados e confusos com seu achado, todos relatados com associações do narrador, tais como: a praça na qual se erguia uma coluna negra e sobre ela uma estátua que apontava o norte, o pórtico da rua que era encimado por uma figura despida da cintura para cima e trazia na cabeça uma coroa de louros, os edifícios imensos que margeavam a praça e traziam em relevo figuras de alguma espécie de corvos e cruzes.


Segundo a narrativa transcrita no documento, próximo a tal praça haveria ainda um rio que foi seguido pela comitiva e que terminaria em uma cachoeira, que aparentemente teria alguma função semelhante a de um cemitérios, posto que estava rodeada de tumbas com diversas inscrições, foi neste local que os homens encontraram um curioso objeto que segue descrito a seguir.


Entrementes, quando a expedição seguiu adiante e encontrou os rios Paraguaçu e Una, o manuscrito foi confeccionado em forma de carta, com o respectivo relato, e enviado às autoridades no Rio de Janeiro; a identidade dos bandeirantes do grupo aparentemente foi perdida, restando apenas o manuscrito enviado, e a localização da cidade supostamente visitada tornou-se um mistérios que viria atrair atenção de renomadas figuras históricas.


A Moeda de Ouro e O Rapaz Ajoelhado


O único objeto mencionado pela expedição de bandeirantes, que foi encontrado ao acaso, e descrito cuidadosamente na carta consiste em uma grande moeda confeccionada em ouro. Tal objeto, de existência e destino incógnitos, trazia emblemas em sua superfície: cravados na peça havia em uma face o desenho de um rapaz ajoelhado, e no reverso combinados permaneciam as imagens de um arco, uma coroa, e uma flecha.


O Manuscrito 512


Relação historica de huma oculta, e grande Povoação, antiguissima sem moradores, que se descubrio no anno de 1753.


Em a America ................. nos interiores ................. contiguo aos ................. Mestre de campo .................. e sua comitiva, havendo dez annos de que viajava pelos certões, a vêr se descubria as decantadas minas de Prata do grande descubridor Moribeca, que por culpa de hum Governador se não fizerão patentes, pois queria lhe uzurpar-lhe esta gloria e o teve prezo na Bahia até morrer, e fi-arão por descubrir: Veio esta noticia ao Rio de Janeiro em principio do anno de 1754.


Depois de huma longa, e inoportuna perigrinação, incitados da incaciavel cobiça de ouro, e quazi perdidos em muitos annos por este vastissimo certão, descubrimos huma cordi-lheira de montes tão elevados, que parecia chegavão a Região etheria, e que servirão de throno ao vento as mesmas estrellas; o luzimento que de Longe se admirava, principalmente quando o Sol fazia impressão ao Cristal de que era composta e formando hu-ma vista tão grande e agradavel, que nin-guem daquelles reflexos podia afastar os olhos: entrou a chover antes de entrarmos a registrar esta christallina maravilha e viamos sobre a pedra escalvada correr as agoas precipitando-se dos altos rochedos, parecendo-nos como a neve, ferida dos raios do sol, pelas admiraveis vistas daquelle chris .................. uina se reduziria ................. das aguas e tranqui-lidade do tempo nos resolvemos a investigar aquelle admiravel prodigio da natureza, chegando-nos no pé dos Montes, sem embaraço algu de Matos, ou Rios, que nos difficultasse o trânsito, porem, circulando as Montanhas, não achamos pasio franco para exe-cutar-mos a rezolução de accommeter-mos estes Al-pes e Pyrineos Brasílicos, rezultando-nos deste des-engano huma inexplicavel tristeza.


Abarracados nós, e com o dezignio de retrocedermos no dia seguinte, sucedeo correr hum negro, andando à lenha, a hum veado branco, que vio, e descobrir por este acazo o caminho entre duas serras, que parecião cortadas por artifi-cio, e não pela Natureza: com o alvoroço desta novi-dade principiamos a subir, achando muita pedra solta, e amontoada por onde julgamos ser calçada desfeita com a continuação do tempo. Gasta-mos boas tres horas na subida, porém suave pelos christaes que admiravamos, e no cume do Monte, fizemos alto, do qual estendendo a vista, vimos em hum Campo razo maiores demonstracoes para a nossa admiração.


Divisamos cousa de legoa, e meia huma Povoação grande, persuadindo-nos pelo dilatado da figu-ra ser alguma cidade da Corte do Brazil: descemos logo ao Valle com cautela ................ lferia em semelhante cazo, mandando explorar ................ gar a qualidade, e ................. se bem que repararam ................. Fuminés, sendo este, hum dos signaes evidentes das povoações.


Estivemos dois dias esperando aos ex-ploradores para o fim que muito desejavamos, e só ouviamos cantar gallos para ajuizar que havia alli po-voadores, até que chegarão os nossos desenganados de que não havia moradores,ficando todos confu-zos: Resolveo-se depois hum índio da nossa com-mitiva a entrar a todo risco, e com precaução, mas tornando assombrado, afirmou não achar, nem desco-brir rastro de pessoa algua: este cazo nos fez confundir de sorte, que não o acreditamos pelo que via-mos de domecilios, e assim se arranjarão todos os exploradores a ir seguindo os passos do índio.


Vierão, confirmando o referido depoimento de não haver povo, e assim nos determinamos todos a entrar com armas por esta povoação, em huma madrugada, sem haver quem nos sahisse ao encontro a impedir os passos, e não achamos outro caminho senão o unico que tem a grande povoação, cuja entrada he por tres arcos de grande altura, o do meio he maior, e os dois dos lados são mais pequenos: sobre o grande, e principal devizamos Letras, que se não poderão copiar pela grande altura


Faz huma rua da largura dos três arcos, com cazas de sobrados de huma, e outra parte, com as fronteiras de pedra lavrada, e já denegrida. So ................ inscripções, abertas todas ................. ortas são baxas defei................. nas, notando que pela regularidade, e semetria em que estão feitas, pa-rece huma só propriedade de cazas, sendo em realidade muitas, e alguas com seus terraços des-cubertos, e sem telha, porque os tetos são de ladri-lho requeimado huns, e de lajes outros.


Corremos com bastante pavor alguas cazas, e em nenhuma achamos vestígios de alfaias, nem móveis, que pudéssemos pelo uso, e trato, conhecer a qualidade dos naturaes: as cazas são todas escuras no interior, e apenas tem huma escaça luz, e como são abóbodas, ressoavam os ecos dos que falavão, e as mesmas vozes atemorizavão.


Passada, e vista a rua de bom cumprimento, demos em huma Praça regular, e no meio della huma collumna de pedra preta de grandeza extraordinária, e sobre ella huma Estatua de homem ordinario, com huma mão na ilharga esquerda, e o braço direito estendido, mostrando com o dedo index ao Polo do Norte: em cada canto da dita Praça está huma Agulha a immitação das que usavão os Romanos, e mais algumas já maltratadas, e partidas, como feridas de alguns raios.


Pelo lado direito desta Praça esta hum soberbo edifício, como casa principal de algu se-nhor da Terra, faz hum grande sallão na entrada e ainda com medo não corremos todas as casas, sendo tantas, e as retrat ................... zerão formar algu............... mara achamos hum................. massa de extraordinária................. pessoas lhe custavão a levanta lla.


Os morcegos erão tantos, que investião as caras das gentes, e fazião uma tal bulha, que admirava: sobre o pórtico principal da rua está huma figura de meio relevo talhada da mes-ma pedra e despida da cintura para cima, coroa-da de louro: reprezenta pessoa de pouca idade, sem barba, com huma banda atraveçada, e hum fraldelim pela cintura: debaixo do escudo da tal figura tem alguns characteres já gastos com o tempo, divizão-se, porém os seguintes:


Da parte esquerda da dita Praça esta outro edifício totalmente arruinado, e pelos vestígios bem mostra que foi Templo, porque ainda conserva parte de seu magnífico frontespicio, e alguas naves de pedra inteira: ocupa grande territorio, e nas suas arruinadas paredes, se vem obras de primor com alguas figuras, e retratos embutidos na pedra com cruzes de vários feitios, corvos, e outras miudezas que carecem de largo tempo para admira llas. Segue-se a este edificio huma grande parte de Povoação toda arruinada e sepultada em grandes, e medonhas aberturas da terra, sem que em toda esta circunferencia se veja herva, arvore, ou plan-ta produzida pela natureza, mas sim montões de pedra, humas toscas outras lavradas, pelo que entendemos ha as fronteiras de ................. verção, porque ainda entre ................. da de cadáveres, que ................ e parte desta infeliz ................. da, e desamparada, ............. talves por algum terremoto.


Defronte da dita Praça corre hum caudalozo Rio, arrebatadamente largo, e espaçoso com alguas margens, que o fazem muito agradavel a vista, terá de largura onze, até doze braças, sem voltas concideraveis, limpas as margens de arvoredo, e troncos, que as inundações costumão trazer: sondamos a sua Altura, e achamos nas partes mais profundas quinze, até dezesseis braças. Daparte dalém tudo são campos muito viçosos, e com tanta variedade de flores, que parece entoar a Natureza, mais cuida-doza por estas partes, fazendo produzir os mais mi-mozos campos de Flora: admiramos tambem algu-mas lagôas todas cheias de arrôs: do qual nos aproveitamos e também dos innumeraveis ban-dos de patos que se crião na fertilidade destes campos, sem nos ser deficil cassa-llos sem chum-bo mas sim as mãos.


Tres dias caminhamos Rio abaixo, e topamos huma catadupa de tanto estrondo pela força das agoas, e rezistencia no lugar, que julgamos não faria maior as boccas do decantado Nillo: depois deste salto espraia de sorte o Rio que parece o grande Oceano: He todo cheio de Peninsulas, cubertas de verde relva: com alguas arvores disperças, que fazem...............hum tiro com davel. Aqui achamos................. a falta delle de noss............... ta variedade de caça................ tros muitos animais criados sem cassadores que os corrão, e os persigão.


Daparte do oriente desta catadupa achamos varios subcavões, e medonhas covas, fazendo-se experiência de sua profundidade com muitas cordas; as quais por mais compridas que fossem, nunca podemos topar com o seu centro. Achamos também alguas pedras soltas, e na superfície da terra, cravadas de pra-ta, como tiradas das minas, deixadas no tempo


Entre estas furnas vimos huma coberta com huma grande lage, e com as seguintes figuras lavradas na mesma pedra, que insinuão grande mistério ao que parece. **** Sobre o Portico do Templo vimos outras da forma seguinte dessignadas.


Afastado da Povoação, tiro de canhão, está hum edificio, como caza de campo, de duzentos e sincoenta passos de frente; pelo qual se entra por hum grande portico, e se sobe, por huma escada de pedra de varias côres, dando-se logo em huma grande salla, e depois desta em quin-ze cazas pequenas todas com portas para a dita salla, e cada huma sobre si, e com sua bica de agoa ...............qual agoa de ajunta ...............mão no pateo externo ..................columnatas em cir- ................dra quadrados por arteficio, suspensa com os seguintes caracteres:


Depois destas admirações entramos pelas margens do Rio a fazer experiencia de descobrir ouro e sem trabalho achamos boa pinta na superficie da terra, prometendo-nos muita grandeza, assim de ouro, como de prata: admiramo-nos ser deixada esta Povoação dos que a habita-vão, não tendo achado a nossa exacta diligencia por estes certões pessoa algua, que nos conte desta deploravel maravilha de quem fosse esta povoação, mostrando bem nas suas ruínas a figura, de grandeza que teria, e como seria populosa, e oppulenta nos séculos em que floreceu povoada; estando hoje habitada de andorinhas, Morcegos, Ratos e Rapozas que cebadas na muita creação de galinhas, e patos, se fazem maiores que hum cão perdigueiro. Os Ratos tem as per-nas tão curtas, que saltão como pulgas, e não andão, nem correm como os de povoado.


Daqui deste lugar se apartou hum companheiro, o qual com outros mais, depois de nove dias de boa marcha avistarão a beira de huma grande enseada que faz hum Rio a huma canôa com duas pessoas brancas, e de cabellos pretos, e soltos, vestidos a Europea, e dando hum tiro como signal para sever .................... para fugirem. Ter ................ felpudos, e bravos, .................. ga a elles se encrespão todos, e investem


Hum nosso companheiro chamado João Antonio achou em as ruinas de huma caza hum dinheiro de ouro, figura esferica, maior que as nossas moedas de seis mil e quatrocentos: de huma parte com a imagem, ou figura de hum moço posto de joelhos, e da outra parte hum arco, huma coroa e huma setta, de cujo genero não duvidarmos se ache muito na dita povoação, ou cidade dissolada, por que se foi subversão por algu terremoto, não daria tempo o repente a por em recato o preciozo, mas he necessario hum braço muito forte, e poderozo para revolver aquele entulho calçado de tantos annos como mostra.


Estas noticias mando a v.m., deste cer-tão da Bahia, e dos Rios Pará-oaçu, Uná, assen-tando não darmos parte a pessoa algua, por-que julgamos se despovoarão Villas, e Arraiais; mas eu a V.me. a dou das Minas que temos descuberto, lembrando do muito que lhe devo.


Suposto que da nossa Companhia sahio já hum companheiro com pretexto differente, contudo peço-lhe a V.me. largue essas penúrias, e venha utilizar-se destas grandezas, usando da industrias de peitar esse indio, para se fazer perdido, e conduzir a V.me. para estes thesouros, etc ................... Acharão nas entradas .................... sobre lages.


Referências


* ANÔNIMO. Relação histórica de uma oculta e grande povoação antiquíssima sem moradores, que se descobriu no ano de 1753. Na América [...] nos interiores [...] contiguos aos [...] mestre de campo e sua comitiva, havendo dez anos, que viajava pelos sertões, a ver se descobria as decantadas minas de prata do grande descobridor Moribeca, que por culpa de um governador se não fizeram patentes, pois queria uzurpar-lhe esta glória, e o teve preso na Bahia até morrer, e ficaram por descobrir. Veio esta notícia ao Rio de Janeiro no princípio do ano de 1754.. Bahia/Rio de Janeiro: Fundação Biblioteca Nacional, documento n. 512, 1754.




http://pt.wikipedia.org/wiki/Manuscrito_512

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2009-05-04 17:27


Há quase 250 anos a narração de uma viagem de bandeirantes indicava a existência de uma cidade fantástica no interior da Bahia. Muitos pesquisadores procuraram por ela e, agora, existem indícios de que ela pode ter sido encontrada.



Pablo Villarrubia Mauso



Estava caminhando por uma longa estrada de pedras arredondadas, marcada pela presença das ruínas de inúmeras casas de pedra. Algumas eram construídas com blocos ciclópicos bem cortados e com até dois metros de comprimento, que deviam pesar mais de três toneladas. À minha esquerda, vi grandes amontoados de lajes e, poucos passos à direita, abria-se um desfiladeiro que se perdia de vista. Tinha deixado para trás um complexo de ruas e ruínas de construções espalhadas sobre uma grande área montanhosa.


Emocionado e cansado após muitas horas de caminhada subindo a encosta, finalmente o resultado valeu a pena: tinha chegado à famosa ‘cidade perdida’ do Brasil, a ‘Machu Picchu brasileira’, a mesma que o célebre coronel inglês Percy Harrison Fawcett buscou com tanta tenacidade e afinco entre os anos de 1921 e 1925, data de seu trágico desaparecimento nas selvas do Mato Grosso.


Continuei descendo a montanha até encontrar um edifício com muitas janelas e com mais de 30 metros de comprimento. Estava na cidade abandonada de Igatú, município de Andaraí, em plena Chapada Diamantina, no estado da Bahia. “Esta é a cidade que aparece no manuscrito número 512, conservado na Biblioteca Nacional do Rio de Janeiro, o mesmo documento que despertou o interesse de muitos estudiosos”, afirmou o explorador alemão Heinz Budweg, em São Paulo. A se acreditar nisso, Budweg conseguiu decifrar um dos maiores enigmas arqueológicos do século: o da existência de uma cidade pré-colombiana em território sul-americano oriental, onde se supunha que apenas haviam habitado indígenas ‘selvagens’, que jamais tinham construído cidades de pedra.


Muitas hipóteses controversas foram elaboradas sobre a origem dos construtores da cidade perdida, até então conhecida apenas por meio de lendas e crônicas. Para uns, poderiam ser incas, pré-incas, egípcios e até mesmo sobreviventes do continente perdido da Atlântida, como acreditava cegamente o coronel Fawcett.


Eu havia seguido as indicações de Budweg para chegar a Igatú, saindo de Salvador e percorrendo mais de 450 km até a vila que sequer aparece nos mapas. Igatú fica no alto de uma serra isolada e escarpada, próxima ao povoado de Andaraí, ‘um lugar esquecido por Deus’. A maltratada estrada que sobe a Igatú mostrava um cenário titânico, com centenas de formações rochosas trabalhadas pela erosão, construindo formas de criaturas monstruosas. Um chuvisco sublinhava ainda mais o aspecto oculto e misterioso da região.


Expedição Misteriosa


Ainda que sejam bem conhecidas a história do coronel Fawcett e sua procura incessante pela cidade perdida em Mato Grosso, a viagem solitária que realizou pela Bahia não é tão famosa. Em sua expedição, o explorador inglês chegou muito perto de Igatú, uma vez que esteve na vila de Lençóis — um importante ponto de encontro de exploradores que buscavam riquezas e onde havia um consulado francês para negociar a compra de ouro e diamantes. No entanto, naquela época, falava-se que indígenas ‘hostis’ e não-catequizados habitavam as selvas da Bahia.


Em Lençóis, percorri o antigo mercado, no qual Fawcett chegou com suas mulas em 1921 e comprou provisões para seguir viagem. Alguns investigadores acreditam que o teimoso inglês conseguiu chegar à cidade perdida e a importantes minas de prata, mas preferiu se calar e buscar outras ruínas em Mato Grosso.


Que mistérios se escondem nas pesquisas de Fawcett na Bahia? Segundo seu diário, no Rio de Janeiro ele teve acesso às páginas de um manuscrito redigido em 1753 — conhecido pelo número 512 —, que no século passado foi reproduzido por uma revista do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro (IHGB). Na antiga capital do país, conheceu o ex-cônsul inglês, coronel O’Sullian Beare, que lhe disse ter chegado a uma cidade antiga na Bahia, em 1913, com a ajuda de um guia mestiço. Lá, viu uma coluna negra no meio de uma praça, no alto da qual havia uma estátua, tal como tinha sido descrito no documento 512.


Fawcett dirigiu-se à região dos rios Contas e Pardos, onde ouviu relatos de camponeses que, ao se perderem, encontraram uma cidade de pedra com estátuas e uma confusão de ruas. Os índios aimorés e botocudos contaram a ele sobre a existência de ‘aldeias de fogo’, uma cidade com telhados de ouro semelhante às descrições do Eldorado e das Sete Cidades de Cibola.


O explorador inglês acreditava que o Brasil era o continente mais antigo do mundo, tanto geologicamente como também pelos vestígios de espécies pré-históricas. Primeiro, teria sido habitado por ‘trogloditas’ e, mais tarde, por sobreviventes do cataclismo que aniquilou a Atlântida, aos quais denominou toltecas, fundadores de grandes cidades no que hoje é o território brasileiro.


Enquanto percorria a Chapada Diamantina — cujas montanhas e desfiladeiros gigantescos são semelhantes aos do deserto do Arizona e Colorado, no EUA —, caminhando e acampando, pensei que ainda existem muitos enigmas sobre a cidade perdida. Um deles é o significado das inscrições que aparecem no documento 512. Nos anos 30, Bernardo da Silva Ramos, aficcionado por arqueologia e paleografia — e que já havia decifrado uma inscrição supostamente fenícia da Pedra da Gávea, no Rio de Janeiro —, descobriu que os sinais que aparecem reproduzidos no manuscrito faziam referência a um antigo governante grego, Pisistrates, e a um conselho de montanheses gregos no santuário de Demeter e Apolo, na Grécia. Os últimos símbolos ele interpretou como sendo planetas do sistema solar. Uma civilização astronômica no planalto baiano? Talvez. Nos anos 80, a arqueóloga Maria da Conceição Beltrão, do Museu Nacional do Rio de Janeiro, encontrou no interior da Bahia muitas pinturas rupestres com simbologia astronômica e efeitos de luz durante os equinócios e solstícios.