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domingo, abril 01, 2012

Como éramos antes de vir para este Planeta?

Antes do nosso descenso à matéria, éramos uma ÚNICA PRESENÇA , UMA ÚNICA ENERGIA, UM ÚNICO CORPO DE LUZ, mas aceitamos nos fragmentar para vivenciar uma experiência única. "SERES DE LUZ HABITANDO O PLANETA EM CORPOS DENSOS . Agora para fazermos a viagem de regresso ao seio da Criação precisamos nos UNIFICAR, , voltar ao UNO, voltar a Essência de LUX PRIMEIRA.
Vivendo como seres fragmentados , perdemos a consciência do UNO e da nossa verdadeira essência, visto que observamos e experienciarmos somente pequenas partes do TODO - apenas uma fração da nossa TOTALIDADE.

Assim quando os servidores da LUX atuam sozinhos ou isoladamente em grupos , vivenciam e trabalham somente uma PORÇÃO ou FRAGMENTO da VERDADE ou "PROPÓSITO DIVINO", mas quando unidos ,trabalhando por uma causa única formamos um único e grande corpo causal e a "ESPIRAL de LUZ COESA ", começa a se expandir , deste seu centro , formando "ELOS "INQUEBRANTÁVEIS, À MEDIDA QUE ESPIRALA, CONTAGIANDO outros seres, realizando com maior rapidez o "PROPÓSITO" para o qual foi gerado, visto ser tamanha a " FORÇA" criada pela fusão do seu CENTRO.


A UNIFICAÇÃO não se dará apenas entre os servidores da LUZ, mas também entre governos, povos,raças, religiões, ciências, etc...sempre numa espiral contínua e ascendente, como numa visão HOLOGRÁFICA.
Todo Planeta tranformando-se num único corpo, unificado pela vastidão da LUZ da PRESENÇA DE DEUS. VISUALIZEMOS toda a Humanidade UNIDA e COESA governando e legislando, visando uma única causa-O BEM COMUM
Assim , vemos que o único caminho possível é a UNIDADE , que a viagem de regresso ao coração da CRIAÇÃO só poderá ser realizada através de um único corpo ; o da PRESENÇA U NIFICADA de toda Humanidade emitindo AMOR e emitindo a NOTA TONAL do UNIVERSO, ELEVANDO A tERRA definitivamente ao seu Trono de LUZ , no coração da CRIAÇÃO,
no seio de DEUS para sempre.
Nos tempos vindouros precisaremos de um exército de LUZ sobre a TERRA ,indivíduos em constante estado de alerta , em constante estado de graça, , harmonia, equilibrio e serenidade, prontos para atuar em qualquer instante...
Então, se está para acontecer uma atividade (DESTRUTIVA) , nós dirigiremos mil RAIOS DE LUZ e simultaneamente entraremos em ação e o desastre será evitado.
Este treinamento começa agora, pois já estamos vivendo um momento quer requer esta atuação conjugada.

quarta-feira, março 21, 2012

O Livro de Ouro de Saint Germain

O Livro de Ouro de Saint Germain
Saint-Germain, o Conde imortal, depois de morrer no século XVIII, além de ter aparecido na Europa e na América dos séculos XIX e XX, também escreveu livros! Mistérios Desvelados, A Presença Mágica EU SOU este, traduzido para o português sob o título de O Livro de Ouro de Saint-Germain, este último muito conhecido, foram supostamente ditados [pelo próprio Saint-Germain] a Guy Ballard [1878-1939], pseudônimo de Godfré Ray King, na década de 1930, na região do monte Shasta, Califórnia.
Independente de quem tenha escrito ou de como tenha sido escrito, o Livro de Ouro de Saint-Germain é uma obra curiosa. Este texto, possivelmente, é precursor/inspirador dos livros de auto-ajuda tão populares nos grandes núcleos da civilização contemporânea/pós-moderna.
Livros que recomendam e instruem sobre programas de controle do pensamento no sentido de promover a concentração mental em comandos [frases] positivas, construtivas, restauradoras da vida pessoal e social em todos os seus aspectos. São frases positivas dirigidas a qualquer objetivo de melhoria: desde mentalizações para a cura de doenças, para o saneamento da vida financeira, para ter um corpo perfeito, até a meditação para ajudar a Humanidade a sair do caos! O Livro de Ouro de Saint-Germain contém orientações para tudo isso e muito mais.
No Livro de Ouro, a idéia central é a afirmação da presença de Deus no Eu [Superior] de todas as pessoas. A doutrina é complexa [e não cabe neste ensaio] mas a prática é simplificada. Consiste no exercício diário das Afirmações. O fundamento da prática é um antigo dogma ocultista: "Pensar é Criar; falar é criar"; ou seja, toda realidade física [saúde, dinheiro, relações pessoais] e metafísica [disposições de espírito como tristeza, agitação, revolta, mágoa etc.] pode ser modificada pela AÇÃO do Pensamento e do Verbo [palavra] humanos. Meditemos...

terça-feira, março 13, 2012

DEEPAK CHOPRA E A RELAÇÃO MENTE-CORPO

DEEPAK CHOPRA E A RELAÇÃO MENTE-CORPO

Nós somos as únicas criaturas do planeta que podem modificar a própria biologia através dos pensamentos, sentimentos e intenções. As nossas células estão constantemente espionando os nossos pensamentos e sendo modificadas por eles. Quando nos apaixonamos, pensamentos positivos percorrem o nosso corpo e fortalecem nosso sistema imunológico. Por outro lado, pensamentos sombrios e sentimentos depressivos podem nos deixar vulneráveis a doenças.
Ao longo das últimas três décadas, centenas de estudos mostraram que nada possui mais poder no corpo do que as crenças da mente. Esta é a visão de mundo quântica, que nos ensina que todos somos parte de um campo infinito de inteligência – a fonte dos nossos pensamentos, mente, corpo e tudo o mais no universo. Este paradigma, que tem conquistado aceitação crescente no mundo da medicina Ocidental moderna, se baseia nas dez concepções seguintes:
1 – O mundo físico, incluindo o nosso corpo, é um reflexo das nossas percepções, pensamentos e sentimentos. Não há nenhuma realidade objetiva “lá fora” que é independente do observador. Ao contrário, nós criamos nossos corpos conforme criamos nossa experiência do mundo.
2 – Apesar do corpo físico parecer matéria sólida, na verdade ele é composto de energia e informação. Os físicos quânticos nos dizem que todo átomo é 99.9999 por cento espaço vazio, e as partículas subatômicas se movendo à velocidade da luz neste espaço são pacotes de energia vibrante. Essas vibrações não são aleatórias ou caóticas, elas transportam informações ao longo de padrões específicos.
3 – A mente e o corpo são inseparáveis. Existe somente uma única inteligência criativa que expressa a si própria como nossos pensamentos – assim como às moléculas das nossas células, tecidos e órgãos.
4 – A nossa consciência cria a bioquímica do nosso corpo. As nossas crenças, pensamentos e emoções direcionam as reações químicas que ocorrem em cada célula do corpo.
5 – Percepção é um fenômeno aprendido. A maneira como experimentamos o mundo e o nosso corpo é um comportamento aprendido. Mudando as nossas percepções, nós podemos mudar a experiência do nosso corpo e mundo.
6 – A todo momento, impulsos de inteligência estão criando nosso corpo. Modificando os padrões desses impulsos, nós podemos nos modificar.
7 – Apesar que, para a nossa mente-ego, nós parecemos separados e independentes,  nós todos somos parte de uma inteligência universal que governa o cosmos.
8 – O tempo não é absoluto. O que chamamos de tempo linear é simplesmente um reflexo de como percebemos as mudanças. Na verdade, o tempo é eterno e imutável. Se começarmos a perceber a imutabilidade, o tempo como conhecemos deixará de existir e iremos experienciar a imortalidade.
9 – A nossa natureza essencial é puro ser. Embora estejamos acostumados a nos ver como personalidade, ego e corpo, o nosso verdadeiro Self (”si-mesmo”) é eterno e ilimitado.
10 – Já que nossa essência é imortal e imutável, nós não precisamos ser vítimas do envelhecimento, doença e morte. Isso é causado pelas lacunas em nosso autoconhecimento e pela ilusão antiga de que nossos corpos são materiais. Como a Ayurveda ensina, qualquer desordem pode ser prevenida se mantermos o equilíbrio em nosso corpo, mente e espírito.
Estas podem parecer grandes concepções, mas elas estão fundamentadas nas descobertas da moderna física quântica. Eu quero encorajá-lo (a)  a ver que você é muito mais do que seu limitado corpo, ego e personalidade. Em um nível mais profundo, o seu corpo é eterno e a sua mente é atemporal. Uma vez que você se identifique com esta realidade, você tem liberdade ilimitada para criar uma melhor saúde, alegria e qualquer outra coisa que você deseje em seu mundo.

segunda-feira, fevereiro 27, 2012

Cartas de Jesus

Estas cartas são interessantes ainda que mesmo assim, tendo demasiados dogmas e padrões.
Quanto aos direitos de autor é sem comentários....

www.cartasdecristobrasil.com.br  

FAÇA DA FELICIDADE UM CRITÉRIO

FAÇA DA FELICIDADE UM CRITÉRIO

Uma pessoa que vive por intermédio da intuição é sempre bem-sucedida? Não, mas ela é sempre feliz, seja ou não bem-sucedida. E uma pessoa que não vive intuitivamente está sempre infeliz, seja ou não bem-sucedida.Ser bem-sucedido não é o critério, porque o sucesso depende de muitas coisas. A felicidade é o critério, porque a felicidade depende apenas de você.
Você pode não ser bem-sucedido porque os outros são seus adversários. Mesmo se estiver agindo intuitivamente, os outros poderão ser mais astuciosos, mais espertos, mais interesseiros, mais violentos, mais imorais. Portanto, ser bem-sucedido depende de muitas outras coisas; o sucesso é um fenômeno social. Você pode não ser bem-sucedido.
Quem pode dizer que Jesus foi bem-sucedido? A crucificação não é um sinal de sucesso, é o maior fracasso. Um homem crucificado aos trinta e três anos de idade — que tipo de sucesso é esse? Ninguém o conhecia. Apenas alguns aldeões, pessoas incultas, eram os seus discípulos. Ele não tinha posição, nem prestígio, nem poder. Que tipo de sucesso é esse? A crucificação não pode ser considerada um sucesso.
Mas ele estava contente. Ele estava totalmente feliz — até mesmo ao ser crucificado. E aqueles que o estavam crucificando viveriam por muitos anos, mas continuariam sendo infelizes. Então, na verdade, quem estava sendo crucificado? Essa é a questão. Aqueles que crucificaram Jesus foram crucificados ou foi Jesus quem foi crucificado? Ele estava feliz — como se pode crucificar a felicidade? Ele estava em êxtase — como se pode crucificar o êxtase?
Você pode matar o corpo, mas não pode matar a alma. Aqueles que o crucificaram continuaram vivendo, mas a sua vida não passou de uma longa e lenta crucificação — infelicidade, infelicidade, infelicidade.
Portanto, a primeira coisa que eu não digo é que, seguindo o guia interior da sua intuição, você será sempre bem-sucedido, no sentido que o mundo reconhece como sucesso.
Mas, no sentido que um Buda ou um Jesus reconhecem como sucesso, você será bem-sucedido. E esse sucesso é medido pela sua alegria, pela sua felicidade — o que quer que aconteça, é irrelevante, você estará feliz.
Não importa que o mundo diga que você foi um fracasso ou que o mundo o torne uma estrela de sucesso, isso não fará nenhuma diferença. Você será feliz qualquer que seja o caso; você estará contente.
Felicidade é sucesso para mim. Se você puder entender que a felicidade é sucesso, então eu lhe digo que você vai ser bem-sucedido sempre.
Osho, em “Intuição: O Saber Além da Lógica”
Imagem por underwaterer

PROCURE O CAMINHO NO MEIO DO SEU DIA A DIA

PROCURE O CAMINHO NO MEIO DO SEU DIA A DIA

Contemple esses sábios ensinamentos do livro sagrado do Yoga, A Bhagavad Gita:
Cap. VI estrofe 16: “A união mística com a Divindade não é atingível, porém, para aquele que é comilão, nem para quem jejua demasiadamente, nem para o dorminhoco, nem para quem se debilita por demasiadas vigílias. Quem quer ser yogi, há de evitar os extremos e seguir o dourado caminho do meio.”
Na estrofe 17: “A ciência yogi, que destrói o sofrimento, é realizável para os que observam moderação e temperança em comida e recreio, em ação e descanso; para que aqueles que, fugindo do mal do excesso em ação, não caem no mal oposto do excesso em repressão.”
Antes de alcançar o dourado caminho do meio, geralmente, o ser humano percorre os caminhos dos extremos, e fica perdido e reprimido. Ora vive apenas os prazeres da vida material, se esquecendo da vida espiritual. Ora se reprime, evitando as alegrias saudáveis da vida, pensando que seguir um caminho espiritual é ser sério e rígido.
O Yoga gosta de ensinar através de contos, pois é mais fácil assimilar os ensinamentos.
Reflita, então sobre esse conto:
“Era uma vez um jovem que visitou um grande sábio para perguntar-lhe como é que deveria viver para adquirir a sabedoria. O ancião, ao invés de responder, propôs um desafio:
- Vou encher uma colher de azeite e você vai percorrer todos os cantos deste lugar, mas não deixe derramar uma gota sequer. Após ter concordado, o jovem saiu com a colher na mão andando com passos pequenos, olhando fixamente para ela e segurando-a com muita firmeza. Ao voltar, orgulhoso por ter conseguido cumprir a tarefa, mostrou a colher ao ancião, que perguntou:
- Você viu as belíssimas árvores que havia no caminho? Sentiu os aromas das flores maravilhosas do jardim? Escutou o canto dos pássaros:
Sem entender muito o porquê disso tudo, o jovem respondeu que não, e o ancião disse:
- Assim você nunca encontrará sabedoria na vida; vivendo apenas para cumprir suas obrigações sem usufruir das maravilhas do mundo. Assim nunca será sábio.
Em seguida, pediu para o jovem repetir a tarefa, mas desta vez observando tudo pelo caminho. E lá foi o rapaz com a colher na mão, olhando e se encantando com tudo. Esqueceu da colher e passou a observar as árvores, cheirar as flores e ouvir os pássaros. Ao voltar, o ancião perguntou se ele viu tudo e o jovem extasiado disse que sim. O velho sábio pediu para ver a colher e o jovem percebeu que tinha derramado todo o conteúdo pelo caminho.
E o ancião disse:
- Assim você nunca encontrará sabedoria na vida, vivendo para as alegrias do mundo sem cumprir suas obrigações. Assim nunca será sábio.
Para alcançar a sabedoria, terá que cumprir suas obrigações sem perder a alegria de viver. Somente assim conhecerá a verdadeira sabedoria.”
Contemple como tem sido sua atitude perante à vida:
Você é perfeccionista?
Está sempre se julgando, se cobrando e também julgando e criticando os outros?
Você está sempre ocupado, preocupado com o trabalho, sem achar um tempo para seu lazer?
Vive apressado, ansioso, com muitas tarefas?
Ou você priorizou seu tempo para dar uma caminhada, para praticar hatha yoga, para relaxar, para praticar um exercício físico saudável?
Quando você caminha na rua, você percebe a beleza das árvores, a arquitetura bonita das casas e edifícios? Ou está sempre voltado para si mesmo, egoisticamente pensando apenas em seus problemas?
Você leva suas preocupações do trabalho para casa, ou consegue separar os vários momentos de sua vida?
Sabe equilibrar seus deveres e lazer?
Vive apenas voltado para a vida mundana, para atividades fúteis, esquecendo de suas obrigações?
Pensa apenas nos prazeres dos sentidos e deixa que eles o dominem com vícios prejudiciais?
Ou tem o autodomínio de escolher os prazeres benéficos, vivendo com moderação sem vícios?
Praticar a Contemplação (Dharana, em sânscrito) é uma maneira de se autoconhecer, de perceber seus erros e corrigi-los, sem se culpar. É uma maneira também de reconhecer suas qualidades e se valorizar.
É muito importante entender o paradoxo do Yoga e vivenciá-lo em sua vida:
Ser responsável e ter a leveza de espírito.
Ser firme e flexível.
Ter disciplina e determinação, com alegria e entusiasmo.
Ser forte como um aço e ao mesmo tempo suave como a manteiga.
Equilibrar a vida material e a vida espiritual.
Procure aplicar esses ensinamentos em sua vida e alcance o dourado caminho do meio. Fique em paz! Namastê! Deus em mim saúda Deus em você!
por Emilce Shrividya Starling

CONSCIENTIZANDO-SE DO “SER” E “TER”

CONSCIENTIZANDO-SE DO “SER” E “TER”

A cada momento de sua vida, você está moldando seu destino de acordo com a sua consciência de ser e ter. Todos os estados de consciência são criados pela mente, sendo o pensamento a semente original de toda criação. No entanto, a criação de algo consistente geralmente se faz pela condensação da energia de determinados tipos de pensamentos.
O seu subconsciente é um servo fiel das suas emoções e tem um poder infinito de realização. No entanto, o mesmo precisa ser alimentado com energias que se originam de processos criados pela sua mente, em sintonia com os propósitos universais.
É necessário persistir na mudança de foco dos nossos pensamentos e emoções, mesmo que as evidências do agora demonstrem o contrário. Precisamos compreender que todos dispomos sempre de um imenso poder pessoal, mas este pode ser utilizado tanto para o bem quanto para o mal, nosso e dos outros. E que nenhuma mudança externa consistente se concretizará antes de executar uma faxina radical na nossa própria essência, eliminando cada hábito nocivo, cada desejo vil e cada crença limitadora. É essencial que promovamos rapidamente uma mudança interna, reproduzindo novas circunstâncias consubstanciadas na matéria, transformando-nos em co-autores de um novo destino, pleno, próspero e feliz.
Dedique-se a partir de agora a controlar seus pensamentos e palavras e deixe de lado as velhas crenças limitadoras. Quando as lembranças negativas aflorarem abruptamente à superfície da mente, repita: “o passado já passou e o momento presente é um presente único do Universo e vou aproveitá-lo da melhor maneira possível.” Isso fará com que sua consciência se eleve e prevaleça a vontade de viver plenamente o agora, com harmonia e serenidade. Pode até ser necessária a repetição dessa conversa interna várias vezes até que você adquira firmeza em tal propósito. Isso se deve ao fato de que os hábitos negativos arraigados no subconciente tentarão resistir bravamente, mas acredite, você pode substituí-los um a um.
Seja persistente!
Saiba que um pensamento, frase ou oração não tem grande peso no que concerne a uma mudança de hábitos, mas isso pode ser potencializado por uma repetição metódica. Repita, repita que pega.
A mudança de hábitos é extremamente necessária e absolutamente possível a qualquer um, desde que não seja confundida como um combate aos pensamentos negativos. Não pense em excluir o que é ruim porque isso não funciona nesse Universo inclusivo. Ao tentar excluir maus hábitos você simplesmente provoca uma reação negativa porque está se concentrando no que não quer. Esqueça essa idéia de se livrar do mal e apegue-se ao que é bom. Dessa forma, tudo de ruim esmaece e perde terreno. Não resistais ao mal já dizia um grande Mestre. Persista no bem e o mal irá, aos poucos, perdendo terreno até desaparecer naturalmente por falta de alimento e energia.
Por Francisco Ferreira http://www.acasadoaprendiz.com.br

VIBRAÇÕES PODEROSAS

VIBRAÇÕES PODEROSAS

O Universo no qual estamos inseridos consiste na diversificação dos graus de vibração de uma Fonte Única. O que difere uma coisa da outra é apenas o grau de vibração. Tudo o que vemos, tocamos e sentimos são emanações daquilo que os pesquisadores chamam de anéis de força, ou freqüências de vibração, ou simplesmente energia. Essa Força Vital faz com que cada coisa assuma uma forma peculiar, apesar de que a diferença está apenas no aspecto. A essência é sempre a mesma e engloba tudo o que há em seu interior e cada um de nós fazemos parte desse Todo. No entanto, há uma particularidade que nos diferencia dos demais seres animados e inanimados: a autoconsciência adquirida através de um processo de evolução magnífico que nos conduziu à condição de co-criadores no processo de expansão cósmica. Isso é um fato especial pois através dessa consciência racional nos tornamos aptos a manipular a energia, criando e recriando nosso mundo pessoal através das nossas crenças e convicções.
Consciente ou inconscientemente, cada um de nós faz parte a cada instante do vasto intercâmbio de freqüências que propiciam a expansão dessa energia que recria o mundo em todo lugar, a cada momento. De forma dirigida ou não, nossa energia pessoal se move a cada instante para além de nós, reverberando Universo adentro em busca de união com forças que lhe sejam inerentes. E, num processo de ressonância magnética infalível, tudo o que emitimos acaba por determinar o que atrairemos para a nossa experiência de vida.
Vivemos num mundo de conexões onde só há lugar para a inclusão. Assim, urge a necessidade premente de eliminarmos rapidamente a filosofia da exclusão. Portanto, se você deseja acabar com o ódio, faça a sua parte: ame. Se você deseja acabar com a guerra no mundo, comece por criar um estado de paz interior em si mesmo. Obviamente, você jamais será capaz de mudar o mundo, de forma global, mas pode mudar a si mesmo e com isso, transformar o seu mundo pessoal. Assim, você estará fazendo a sua parte e só isso o que importa.
Não lute contra nada que você não queira. Busque o que você quer confiando na resposta cósmica e o que você não quer irá desaparecendo aos poucos de sua experiência. Os pensamentos e sentimentos predominantes, mantidos na sua mente são sinais que você emitirá para um Universo sempre receptivo que responde fiel e prontamente.
Pense sempre no melhor. Espere sempre pelo melhor.
Se você acha difícil mudar o paradigma atual embasado no pessimismo e na competição disseminados pela sociedade erigida sob a crença na filosofia do egoísmo e do medo, saiba que tudo é uma questão de hábito. Comece a mudança, persista nela e logo as coisas começarão a entrar nos eixos. Isso certamente ocorrerá porque não existe poder exterior que resista a uma mudança interna em seus pensamentos e emoções. Nada resiste à sua convicção positiva, alimentada pela energia vibrante do entusiasmo. Aspire sinceramente por algo de bom e positivo para sua vida com intensidade, determinação e fé e o Universo responderá fielmente à natureza dessa nova vibração.
Estamos imersos em um Universo onde nada escapa à Lei. Se você pede e não recebe é porque seu pedido não está de acordo com aquilo que faz a sua alma vibrar. Observe bem seus desejos, propósitos e metas. Veja o que realmente você sente e não apenas o que quer ou deseja. Aí está a chave de seus sucessos e das suas derrotas.
Sinta a emoção que você está irradiando agora e a cada momento do seu dia. O que não for bom deixe de lado e coloque todo seu sentimento em coisas boas, positivas e altruístas. Veja o bem-estar que flui, sinta-o e siga essa Energia Essencial. Assim, você estará vibrando na frequência do Criador tudo o que é ruim irá ficando pra trás, à beira do caminho.

quarta-feira, fevereiro 22, 2012

CULTURA OLMECA_


CULTURA OLMECA_________
 Los Olmecas fueron los más antiguos escultores de Mesoamérica trabajaron no sólo las piedras volcánicas para sus grandes monumentos, sino también las piedras duras, compactadas y semipreciosas para sus tallas pequeñas, principalmente algunas jadeítas translúcidas de color verde esmeralda, azul verdoso y grisáceo; y en menor escala, la serpentina, la hematita y hasta cuantas de amatista de cristal y roca. No se sabe con certeza los procedimientos que utilizaban para lograr tales piezas de talla exquisita y excepcional, sin equivalente en la calidad de su pulimiento; se cree que por desgaste, a base de frotar con un instrumento duro que quizá fuera del mismo material. Algunas de estas piezas han sido encontradas por toda la vasta zona de Mesoamérica; hay algunas que proceden de Oaxaca, del occidente de México, de Honduras y de Costa Rica.
Los Olmecas llegaron a un grado muy alto de desarrollo en todas las artes, pero ninguna como la escultura. Casi todas ellas están realizadas en basalto y en andesita, piedras que no se encuentran en la región; los grandes bloques en las que fueron talladas tuvieron, pués, que ser desprendidos de las canteras y transportados alos sitios en los que se iban a colocar desde distancias de más de 80Km. Sin más ayuda que la fuerza humana, ya que debido a las condiciones resultaba imposible utilizar bestias de carga. Del cerro Cintepec proceden las grandes piedras de San Lorenzo y Laguna de los Cerros; de la Sierra Madre del Sur y del Volcán la Unión, las de La Venta; y del cerro El Vagía, las de Tres Zapotes.

Los escultores Olmecas se inclinan por el manejo del volúmen, o sea la masa de tres dimensiones contenida por el espacio; ésta se define por sus pensantes solidamente arraigada en la tierra; el ritmo interno de la forma cerrada; las salientes y los remetimientos se recogen creando una unidad plástica, muchas veces caprichosa; el predominio de las superficies redondeadas que cubren las estructuras de formas geométricas; y la monumentalidad que deriva de la justa proporción armónica de las representaciones (ésta última solo alcanzada por los Olmecas y, siglos después, por los Aztecas).
El tema de sus esculturas se reconoce visualmente, se hacen notables tres conjuntos: el de las figuras compuestas, el de las figuras de animales y el de las figuras humanas. Este último es el más abundante; contra lo que se aseveró durante años en el sentido de que un animal,el jaguar, que representa el universo, domina la imagen Olmeca. Se trata, ante todo, de un arte fundamentalmente homocéntrico.
1.-Las figuras compuestas son aquellas constituídas por la combinación de rasgos humanos con los de distintas especies de animales; también de animales diferentes entre sí, y así mismo de rasgos de este tipo mezclados con otros fantásticos e imaginados; la más común es la figuración de un cuerpo de hombre sedente con las piernas cruzadas a la manera oriental, cuya cabeza y extremidades exhiben rasgos que se alejan de lo naturalemente humano (generalmente los del jaguar).
2.-Las figuras humanas fantásticas, son las representaciones de seres que combinan diferentes elementos humanos, animales y fantásticos. Dos son los grupos que constituyen este conjunto:
a) uno es de la pareja divina y esta constituído por tres esculturas:El monumento 1 de Tenochtitlan, el 20 de Laguna de Cerros y el tras de Potrero Nuevo(este último representa la unión sexual entre un jaguar y una mujer, que dan como resultado el monstruo jaguar que se supone dominaba la imagen Olmeca).
b)El segundo grupo lo forman las figuras que emergen de una adoración que recuerda una cueva y se encuentran en los llamados altares, estos eran grandes bloques en forma de prisma rectangular con el eje mayor en sentido horizontal, en cuya parte posterior se extiende una gruesa cubierta que lo rebasa por el frente y por los lados. La parte de enfrente muestra un nicho del que surge una figura que en ocasiones sostiene un niño entre sus brazos; esta imagen da la idea que la cueva terrestre es la gran matriz ancestral paridona de hombres. Con pocas variantes, se encuentran imagenes de estos monumentos en San Lorenzo(altares 13 y 20); en La Venta(altares 2,3,4,5,6,7) y La Laguna de los Cerros(altares 5y 20).

3.-Figuras de animales.No abundan en pequeñas dimensiones, ni en las grandes tallas; en estas aparecen distanciadas del moddo de la naturaleza; se exageran, se distorcionan o se esquematizan. Los animales más representativos son el jaguar, el mono, la serpiente y las aves de rapiña. De San Lorenzo es de donde proceden mayor número de representaciones: monumentos 9,43,37,7,21(donde aparecen un pato, un antrópodo acéfalo y un cuadrupedo en relieve).
La escultura sobre figuras humanas contrasta con las anteriores, son representaciones naturales;no se trata de hombres en un mundo de dimensión histórica, sino más bien de la traducción plástica del concepto, de la idea del hombre que , entrado en el mito, es el puente en el mundo sobrenatural y la naturaleza del mundo terrenal. Este conjunto encierra dos grupos en que busca generalizar o individualizar los humano.
El primero lo forman figuras de personajes únicos, los mediadores; la totalidad de sus características es humana. En ellas se encuentran dos tipos étnicos bien definidos: uno es el personaje de pie con el eje vertical del cuerpo y de la cabeza marcadamente señalada; son figuras longilineáles, con las extremidades inferiores muy largas y el cráneo deformado a manera de pera o aguacate; el otro tipo es la figura de robusta complexión, torso amplio escaso de estatura y cabeza voluminosa. En ninguno de ambos tipos hay, como la escultura monumental, la intención de personalizar.
El último grupo trata de individualizar la figura humana, a él pertenece el conjunto de cabezas coclosales, únicas en la historia del arte universal, y algunas máscaras y figuras de pequeñas dimensiones.
La primera cabeza fue descubierta en Hueyapan Veracruz y en la actualidad existen 16, de las cuales todas estan completas; las más perfectas son las de San Lorenzo, el esquema de su proporción armónica es impecable; en las de La Venta se basila su esquema rector y se ha descuidado su factura; la de Tres Zapotes cambia totalmente la vinculación con sus antecesoras. Son retratos alegóricos en que la imagen del hombre se asocia con la de un concepto, al cual atribuye a su vez, al sujeto del retrato, las cualidades que lo son inderentes. Todas son de personajes jovenes, tienen diferente expresión y están animadas con distinto espíritu; se cree que se basaron en gobernantes dignos de ser inmortalizados en tales monumentos que fueron hechos en un lapso no mayor de 150 años.
Los Olmecas poseían un conocimiento riguroso de la Astrología, vital para la dirección de la agricultura, y que también practicaban la escritura jeroglífica. En el año1939, el investigador Stirling, encontró en Tres Zapotes algunas estelas Olmecas del mismo sistema del calendario Maya de la cuenta larga, pero de tres siglos anteriores.El año civil duraba 365 días y el religioso 260 días. Estas estelas partían de una fecha mítica, permite contar el tiempo con exactitud astronómica sorprendente y el número cero, dan una idea de la ciencia alcanzada por este pueblo.
Los hombres usaban taparrabo y las mujeres una falda ajustada por un cinturón. Los turbantes y tocados son majestuosos y eran usados en las ceremonias, festividades e incluso en los sacrificios(donde las víctimas eran de preferencia niños o enanos). Los cueros de animales, las telas, la cestería, los utencilios de hueso desaparecieron. La cerámica fue relativamente pobre, sin asas, los motivos de decoración, sencillos y su uso doméstico.
Conocían algunos instrumentos musicales y jugaban el juego de la pelota, pero no existían canchas y es posible que lo jugáran al aire libre.Fueron el primer pueblo de Mesoamérica en alcanzar el grado de civilización, declinó hace unos 2100 años, y los impresionantes avances de los "habitantes del país de hule" fueron recogidos por otros grupos, para edificar civilizaciones posteriores.

Los olmecas se ubican temporalmente en el período Preclásico inferior y medio que abarca del 1500 a.C. hasta el 100 d.C., y geográficamente en las tierras bajas tropicales de la Costa del Golfo que hoy son territorio de los estados de Veracruz y Tabasco. El nombre de olmeca que significa habitantes del país del hule le fue adjudicado por estudiosos de esta cultura en 1929. En realidad no conocemos su nombre ni su lengua ya que no dejaron testimonios escritos y las fuentes históricas no registran hechos de tanta antigüedad. El sitio arqueológico de San Lorenzo, es el primer centro regional olmeca, (1500-900 a.C.) y muestra las evidencias más tempranas de arte monumental y arquitectura a gran escala, siendo, sin duda, el pueblo con mayor complejidad de toda la Mesoamérica de su tiempo. Es de este sitio que proceden las piezas olmecas en exhibición en el Museo de Antropología de Xalapa. Posteriores a San Lorenzo, surgen otros grandes centros como La Venta en Tabasco, y Laguna de los Cerros y Tres Zapotes en Veracruz. Los olmecas subsistieron con base en la agricultura del maíz y se dedicaron al intercambio y al comercio con otras regiones de Mesoamérica llegando a influir en las preferencias artísticas y quizá religiosas de éstas.
Es así que podemos encontrar influencia o incluso presencia olmeca en el Centro de México o en la Costa del Pacífico. El arte olmeca tiene varias formas típicas como lo son los enormes monolitos que conforman las cabezas colosales, los altares masivos, concebidos como tronos o asientos, y las estelas que relatan momentos históricos. Así mismo, en cuanto a piezas menores, reconocemos hachas y máscaras de piedra. Las recientes exploraciones en un sitio olmeca en el estado de Veracruz llamado El Manatí, permitieron hallazgos de otro tipo de implementos tales como bustos y bastones de mando realizados en madera así como pelotas de hule. A pesar de que no conocemos muchos de los aspectos de la cultura olmeca, tales como el idioma, a partir de los monumentos recuperados sabemos que la religión olmeca giraba alrededor de deidades sobrenaturales que compartían atributos de animales, siendo las representaciones más prominentes los jaguares, los cocodrilos y las serpientes, aunque también aparecen insectos, tiburones y peces.
 Los olmecas constituyeron un pueblo guiado por fuertes gobernantes, cuyos retratos son las cabezas colosales. Los enormes monumentos, antes llamados altares eran posiblemente los tronos de los gobernantes. Las cabezas colosales olmecas son una de las manifestaciones artísticas más conocidas de esta antigua cultura. En la zona nuclear olmeca existen un total de 17 cabezas colosales: 10 de San Lorenzo, 4 de La Venta, 2 de Tres Zapotes y 1 de Cobata. En el Museo de Antropología de Xalapa se exhiben 7 cabezas procedentes de San Lorenzo.
La roca volcánica usada en las cabezas colosales de San Lorenzo proviene de las montañas de los Tuxtlas, a unos 60 Kms. al noroeste de San Lorenzo. La sociedad olmeca fue capaz de lograr la inmensa empresa de su transporte basándose, probablemente, en la coerción y cooperación de las poblaciones que dominaba. La dificultad de proveerse de estos materiales o bien la importancia simbólica de los mismos, impulsó a los olmecas a reutilizar las piedras para esculpir. Existe evidencia de que algunas cabezas colosales fueron originalmente altares y que fueron reesculpidos como cabezas.
La meseta de San Lorenzo puede considerarse uno de los trabajos de arquitectura monumental más grandes de Mesoamérica, porque fue modificada a través del enorme esfuerzo humano invertido en la cosntrucción de terrazas, rellenos, cortes, remoción de toneladas de tierra y paredes de contención, conviertiendo el terreno natural en el espacio sagrado y cotidiano de los antiguos habitantes. Por encontrarse en un punto clave de las vías de comunicación, pudo regular la importación y exportación de productos en la región y aún más allá.


Los olmecas no usaban la rueda y no tenian animales de carga, por lo que el esfuerzo fue totalmente humano. Las rutas terrestres y acuáticas fueron factibles, con una evidente mayor seguridad por tierra. La magnitud del esfuerzo energético humano necesario para el transporte de las piedras coloca a los olmecas en un plano de organización, tecnología y coordinación excepcionales para su época. Sabemos que San Lorenzo decayó como importante centro regional del Preclásico Inferior alrededor del 900 antes de Cristo. Pero el sitio no fue totalmente abandonado, existe evidencia de que ahí perduró una pequeña población durante el Preclásico Medio y Superior. Las causas propuestas para la decadencia de San Lorenzo, incluyen la revuelta interna, las invasiones y la gradual pérdida de importancia.
 final de la cultura olmeca no fue abrupto, se dio más bien como transformación gradual a lo largo de sus historia, terminando entre el 400 y el 100 a.

terça-feira, fevereiro 21, 2012

Ritos corporais entre os Nacirema


Ritos corporais entre os Nacirema
Horace Miner In: A.K. Rooney e P.L. de Vore (orgs) YOU AND THE OTHERS - Readings in Introductory Anthropology (Cambridge, Erlich) 1976

O antropólogo está tão familiarizado com a diversidade das formas de comportamento que diferentes povos apresentam em situações semelhantes, que é incapaz de surpreender-se mesmo em face dos costumes mais exóticos. De fato, se nem todas as as combinações logicamente possíveis de comportamento foram ainda descobertas, o antropólogo bem pode conjeturar que elas devam existir em alguma tribo ainda não descrita.
Deste ponto de vista, as crenças e práticas mágicas dos Nacirema apresentam aspectos tão inusitados que parece apropriado descrevê-los como exemplo dos extremos a que pode chegar o comportamento humano. Foi o Professor Linton, em 1936, o primeiro a chamar a atenção dos antropólogos para os rituais dos Nacirema, mas a cultura desse povo permanece insuficientemente compreendida ainda hoje.
Trata-se de um grupo norte-americano que vive no território entre os Cree do Canadá, os Yaqui e os Tarahumare do México, e os Carib e Arawak das Antilhas. Pouco se sabe sobre sua origem, embora a tradição relate que vieram do leste. Conforme a mitologia dos Nacirema, um herói cultural, Notgnihsaw, deu origem  à sua nação; ele é, por outro lado, conhecido por duas façanhas de força: ter atirado um colar de conchas, usado pelos Nacirema como dinheiro, através do rio Po- To- Mac e ter derrubado uma cerejeira na qual residiria o Espírito da Verdade. 
A cultura Nacirema caracteriza-se por uma economia de mercado altamente desenvolvida, que evolui em um rico habitat. Apesar do povo dedicar muito do seu tempo às atividades econômicas, uma grande parte dos frutos deste trabalho e uma considerável porção do dia são dispensados  em atividades rituais. O foco destas atividades é o corpo humano, cuja aparência e saúde surgem como o interesse dominante no ethos deste povo. Embora tal tipo de interesse não seja, por certo, raro, seus aspectos cerimoniais e a filosofia a eles associadas são singulares.  
A crença fundamental subjacente a todo o sistema parece ser a de que o corpo humano é repugnante e que sua tendência natural  é para a debilidade e a doença. Encarcerado em tal corpo, a única esperança do homem é desviar estas características através do uso das poderosas influências do ritual e do cerimonial. Cada moradia tem um ou mais santuários devotados a este propósito. Os indivíduos mais poderosos desta sociedade têm muitos santuários em suas casas e, de fato, a alusão  à opulência de uma casa, muito frequentemente, é feita em termos do número de tais centros rituais que possua. Muitas casas são construções de madeira, toscamente pintadas, mas as câmeras de culto das mais ricas têm paredes de pedra. As famílias mais pobres imitam as ricas, aplicando placas de cerâmica  às paredes de seu santuário.  
Embora cada família tenha pelo menos um de tais santuários, os rituais a eles associados não são cerimônias familiares, mas sim cerimônias privadas e secretas. Os ritos, normalmente, são discutidos apenas com as crianças e, neste caso, somente durante o período em que estão sendo iniciadas em seus mistérios. Eu pude, contudo, estabelecer contato suficiente com os nativos para examinar estes santuários e obter descrições dos rituais.  
O ponto focal do santuário é uma caixa ou cofre embutido na parede. Neste cofre são guardados os inúmeros encantamentos e poções mágicas sem os quais nenhum nativo acredita que poderia viver. Tais preparados são conseguidos através de uma serie de profissionais especializados, os mais poderosos dos quais são os médicos-feiticeiros, cujo auxilio deve ser recompensado com dádivas substanciais. Contudo, os médicos-feiticeiros não fornecem a seus clientes as poções de cura; somente decidem quais devem ser seus ingredientes e então os escrevem em sua linguagem antiga e secreta. Esta escrita é entendida apenas pelos médicos-feiticeiros e pelos ervatários, os quais, em troca de outra dadiva, providenciam o encantamento necessário. Os Nacirema não se desfazem do encantamento após seu uso, mas os colocam na caixa-de-encantamento do santuário doméstico. Como tais substâncias mágicas são especificas para certas doenças e as doenças do povo, reais ou imaginárias, são muitas, a caixa-de-encantamentos está geralmente a ponto de transbordar. Os pacotes mágicos são tão numerosos que as pessoas esquecem quais são suas finalidades e temem usá-los de novo. Embora os nativos sejam muito vagos quanto a este aspecto, só podemos concluir que aquilo que os leva a conservar todas as velhas substâncias é a ideia de que sua presença na caixa-de-encantamentos, em frente à qual são efetuados os ritos corporais, irá, de alguma forma, proteger o adorador.  
Abaixo da caixa-de-encantamentos existe uma pequena pia batismal. Todos os dias cada membro da família, um após o outro, entra no  santuário, inclina sua fronte ante a caixa-de-encantamentos, mistura diferentes tipos de águas sagradas na pia batismal e procede a um breve rito de ablução. As  águas sagradas vêm do Templo da Água da comunidade, onde os sacerdotes executam elaboradas cerimônias para tornar o líquido ritualmente puro.  
Na hierarquia dos mágicos profissionais, logo abaixo dos médicos-feiticeiros no que diz respeito ao prestígio, estão os especialistas cuja designação pode ser traduzida por "sagrados-homens-da-boca". Os Nacirema têm um horror quase que patológico, e ao mesmo tempo fascinação, pela cavidade bucal, cujo estado acreditam ter uma influência sobre todas as relações sociais. Acreditam que, se  não fosse pelos rituais bucais seus dentes cairiam, seus amigos os abandonariam e seus namorados os rejeitariam. Acreditam também na  existência de uma forte relação entre as características orais e as morais: Existe, por exemplo, uma ablução ritual da boca para  as crianças que se supõe aprimorar sua fibra moral.  
O ritual do corpo executado diariamente por cada Nacirema inclui  um rito bucal. Apesar de serem tão escrupulosos no cuidado bucal, este rito envolve uma prática que choca o estrangeiro não iniciado, que só pode considerá-lo revoltante. Foi-me relatado que o ritual consiste na inserção de um pequeno feixe de cerdas de porco na boca juntamente com certos pós mágicos, e em movimentá-lo então numa série de gestos altamente formalizados. Além do ritual bucal privado, as pessoas procuram o mencionado sacerdote-da-boca uma ou duas vezes ao ano. Estes profissionais  têm uma impressionante coleção de instrumentos, consistindo de brocas, furadores, sondas e aguilhões. O uso destes objetos no exorcismo dos demônios bucais envolve, para o cliente, uma tortura ritual quase inacreditável.  O sacerdote-da-boca abre a boca do cliente e, usando os instrumentos acima citados, alarga todas as cavidades que a degeneração possa ter produzido nos dentes. Nestas cavidades são colocadas substâncias mágicas. Caso não existam cavidades naturais nos dentes, grandes seções de um ou mais dentes são extirpadas  para que a substância natural possa ser aplicada. Do ponto de vista do cliente, o propósito destas aplicações é tolher a degeneração e  atrair amigos. O caráter extremamente sagrado e tradicional do rito evidencia-se pelo fato de os nativos voltarem ao sacerdote-da-boca ano após ano, não obstante o fato de seus dentes continuarem a degenerar.
Esperemos que quando for realizado um estudo completo dos Nacirema haja um inquérito cuidadoso sobre a estrutura da personalidade destas pessoas, Basta observar o fulgor nos olhos de um sacerdote-da- boca, quando ele enfia um furador num nervo exposto, para se suspeitar que este rito envolve certa dose de sadismo. Se isto puder ser provado, teremos um modelo muito interessante, pois a maioria da população demonstra tendências masoquistas bem definidas.  
Foi a estas tendências que o Prof. Linton (1936) se referiu na discussão de uma parte específica dos ritos corporal que é desempenhada apenas por homens. Esta parte do rito envolve raspar e lacerar a superfície da face com um instrumento afiado. Ritos especificamente femininos  têm lugar apenas quatro vezes durante cada mês lunar, mas o que lhes falta em frequência é compensado em barbaridade. Como parte desta cerimônia, as mulheres usam colocar suas cabeças em pequenos fornos por cerca de uma hora. O aspecto teoricamente interessante é que um povo que parece ser preponderantemente masoquista tenha desenvolvido especialistas sádicos.  
Os médicos-feiticeiros têm um templo imponente, ou latipsoh, em cada comunidade de certo porte. As cerimônias mais elaboradas, necessárias para tratar de pacientes muito doentes, só podem ser executadas neste templo. Estas cerimônias envolvem não apenas o taumaturgo, mas um grupo permanente de vestais que, com roupas e toucados específicos, movimentam-se serenamente pelas câmaras do templo.  
As cerimonias latipsoh são tão cruéis que é de surpreender que uma boa proporção de nativos realmente doentes que entram no templo se recuperem. Sabe-se que as crianças pequenas, cuja doutrinação ainda é incompleta, resistem  às tentativas de levá-las ao templo, porque "é lá que se vai para morrer". Apesar disto, adultos doentes não apenas querem mas anseiam por sofrer os prolongados rituais de purificação, quando possuem recursos para tanto. Não importa quão doente esteja o suplicante ou quão grave seja a emergência, os guardiões de  muitos templos não admitirão um cliente se ele não puder dar uma  dádiva valiosa para a administração. Mesmo depois de ter-se conseguido a admissão, e sobrevivido às cerimônias, os guardiães não permitirão ao neófito abandonar o local se ele não fizer outra doação.  
O suplicante que entra no templo é primeiramente despido de todas as suas roupas. Na vida cotidiana o Nacirema evita a exposição de seu corpo e de suas funções naturais. As atividades excretoras e o banho, enquanto parte dos ritos corporais, são realizados apenas no segredo do santuário doméstico. Da perda súbita do segredo do corpo quando da entrada no latipsoh, podem resultar traumas psicológicos. Um homem, cuja própria esposa nunca o viu em um ato excretor, acha-se subitamente nu e auxiliado por uma vestal, enquanto executa suas funções naturais num recipiente sagrado. Este tipo de tratamento cerimonial é necessário porque os excreta são usados por um adivinho para averiguar o curso e a natureza da enfermidade do cliente. Clientes do sexo feminino, por sua vez, têm seus corpos nus submetidos ao escrutínio, manipulação e aguilhadas dos médicos-feiticeiros.  
Poucos suplicantes no templo estão suficientemente bons para fazer qualquer coisa além de jazer em duros leitos. As cerimônias diárias, como os ritos do sacerdote-da-boca, envolvem desconforto e tortura. Com precisão ritual as vestais despertam seus miseráveis fardos a cada madrugada e os rolam em seus leitos de dor enquanto executam abluções, com os movimentos formais nos quais estas virgens são altamente treinadas. Em outras horas, elas inserem bastões mágicos na boca do suplicante ou o forçam a engolir substâncias que se supõe serem curativas. De tempos em tempos o médico-feiticeiro vem ver seus clientes e espeta agulhas magicamente tratadas em sua carne. O fato de que estas cerimônias do templo possam não curar, e possam mesmo matar o neófito, não diminui de modo algum a fé das pessoas no médico feiticeiro.  
Resta ainda um outro tipo de profissional, conhecido como um "ouvinte". Este "doutor-bruxo" tem o poder de exorcizar os demônios que se alojam nas cabeças das pessoas enfeitiçadas. Os Nacirema acreditam que os pais enfeitiçam seus próprios filhos; particularmente, teme-se que as mães lancem uma maldição sobre as crianças enquanto lhes ensinam os ritos corporais secretos. A contra-magia do doutor bruxo é inusitada por sua carência de ritual. O paciente simplesmente conta ao "ouvinte" todos os seus problemas e temores, principalmente pelas dificuldades iniciais que consegue rememorar. A memória demonstrada pelos Nacirema  nestas sessões de exorcismo é verdadeiramente notável. Não é incomum  um paciente deplorar a rejeição que sentiu, quando bebê, ao ser desmamado, e uns poucos indivíduos reportam a origem de seus problemas aos feitos traumáticos de seu próprio nascimento.  
Como conclusão, deve-se fazer referência a certas práticas que têm suas bases na estética nativa, mas que decorrem da aversão profunda ao corpo natural e suas funções. Existem jejuns rituais para tornar magras pessoas gordas, e banquetes cerimoniais para tornar gordas pessoas magras. Outros ritos são usados para tornar maiores os seios das mulheres que os têm pequenos e torná-los menores quando são grandes. A insatisfação geral com o tamanho do seio é simbolizada no fato de a forma ideal estar virtualmente além da escala de variação humana. Umas poucas mulheres, dotadas de um desenvolvimento hipermamário quase inumano, são tão idolatradas que podem levar uma boa vida simplesmente indo de cidade em cidade e permitindo aos embasbacados nativos, em troca de uma taxa, contemplarem-nos.  
Já fizemos referência ao fato de que as funções excretoras são ritualizadas, rotinizadas e relegadas ao segredo. As funções naturais de reprodução são, da mesma forma, distorcidas. O intercurso sexual é tabu enquanto assunto, e  é programado enquanto ato. São feitos esforços para evitar a gravidez, pelo uso de substâncias mágicas ou pela limitação do intercurso sexual a certas fases da lua. A concepção é na realidade, pouco frequente. Quando grávidas as mulheres vestem-se de modo a esconder o estado. O parto tem lugar em segredo, sem amigos ou parentes para ajudar, e a maioria das mulheres não amamenta seus rebentos.  
Nossa análise da vida ritual dos Nacirema certamente demonstrou ser este povo dominado pela crença na magia. É difícil compreender como tal povo conseguiu sobreviver por tão longo tempo sob a carga que impôs sobre si mesmo. Mas até costumes tão exóticos quanto estes aqui descritos ganham seu real significado quando são encarados sob o ângulo relevado por Malinowski, quando escreveu:  
"Olhando de longe e de cima de nossos altos postos de segurança na civilização desenvolvida, é fácil perceber toda a crueza e irrelevância da magia. Mas sem seu poder de orientação, o homem primitivo não poderia ter dominado, como o fêz, suas dificuldades práticas, nem poderia ter avançado aos estágios mais altos da civilização"