Mostrar mensagens com a etiqueta Mantras. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Mantras. Mostrar todas as mensagens

quarta-feira, janeiro 25, 2012

Japa – Mantra


Japa
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

Japa ou Japam é a repetição mental ou verbal de um mantra com o objetivo de atingir estados alternados de consciência. A repetição do mantra, o japa, pode ser feito de três maneiras diferentes:
   Em voz alta.
   Em forma de um murmúrio sem movimento dos labios.
   Mentalmente.
Todas elas tem uma relação intima com a respiração, o pranayama e o mátra(ritmo).
Em Kularnava tantra, capítulo onze, sutra 19 diz: "Durante o japa deve-se evitar toda a preguiça, bocejo, sono, espirro, salivação, medo, movimento e ou emoção. O mantra nada realiza se houver comida em excesso, conversação incoerente, falatório, autoritarismo, apego as coisas, ou instabilidades e etc.
Durante o japa deve-se evitar a inércia, a aflição, a atividade desnecessária, a imaginação desvairada e o esbravamento (gritaria). Fique em paz, seja limpo e frugal com a comida, durma no chão, tenha controle da sua dualidade, tenha a mente estável, tenha autocontrole e seja calado. Então faça o japa."
No Hinduísmo, o Japamala (um cordão com sementes) é usado durante a pratica do japa. No Hinduísmo e Vaishnavas geralmente usam Japamalas de sementes de Tulsi. E os Shaivitas usam semente de Rudrakhsa. O número de sementes no Japamala é geralmente 108. Os praticantes podem se sentar ou andar durante a pratica feita pela manhã e pela tarde ao alvorecer e a cada repetição do japa uma semente é contada. Os japas mais utlizados nestas praticas são os Om, Hrimee Krim.

sexta-feira, dezembro 09, 2011

MEDITAÇÃO E MANTRAS - MESTRE SIREUS (ANTARES)




Muitas das vezes faz-se necessário o controle da mente, reticente em manter o ser subjugado ao seu redemoinho de ilusões.
Este trabalho requer um somatório de condutas perante as demonstrações fixas e recorrentes de poder com o qual o ego cerceia os pensamentos, levando a repetições dos padrões comportamentais reativos, praticando o totalitarismo, próprio das vidas ego-conduzidas.

Para sair deste círculo egóico, é preciso mergulhar e criar sintonia com a Consciência , elevar-se até o âmago de Luz, onde se encontra o real Poder, a paz, o centro soberano de iluminação.

Como alcançar este Templo de Amor, Pureza e Sabedoria? Como vislumbrar este contato com a Essência una com a Criação?
A Consciência pode ser “acessada” por diversos caminhos que são sempre vivenciados de modo pessoal. Portanto não é possível traçar um via de elevação e ampliação dos níveis conscienciais, sequer redigir um manual que mapeie este traçado, porem são conhecidas e compartilhadas experiências subjetivas que levaram a uma serie de práticas, que auxiliam no movimento introspectivo proposto e que sustenta a conexão elevada com a Presença Crística, com o Eu divino que somos todos em essência.
Dentre estas experiências, uma das mais praticadas é a evocação de Mantras de Elevação à Consciência Universal, que mantém conectadas todas as Consciências individualizadas pela Criação.
Somos Consciências universais, manifestadas como Princípios Divinos Individualizados, e esta Consciência é suprema frente a quaisquer conceituações mentais.
É preciso portanto, determinação para exercitar esta supremacia da consciência. E isto é perfeitamente realizável por vocês. Isto é dependente da sua própria vontade e perseverança.

Como dizíamos, os Mantras auxiliam no processo de introspecção a níveis profundos, levando a uma dinamização do campo vibracional de até 300 vezes em média, abrindo percepções sensitivas, preparando o ser para o mergulho na sua Luz, no seu âmago divino.

Os sons que sustentam os Mantras são “propulsores energéticos” capazes de sintonizar a criatura com suas Verdades Conscienciais , que acrescentam uma ordem elevada à vida e revelam a Luz que habitualmente se encontra sombreada pela mente ego-centrada.

Todo o potencial crístico de Luz está presente no Seio Consciencial da criatura.
A Luz não se “acende” em nós. Ela é plena desde a criação, e sustenta todo o propósito existencial da criatura.

A Luz necessita no entanto ser revelada, descortinada, através dos “vôos” pessoais de superação dos estados egóicos que a sombreiam e vetam a livre troca com a essência reluzente do Ser.

Os Mantras podem ser individualmente criados, como uma entoação pessoal, vibrando sons pessoais que tenham o poder de sintonizar o ser com sua Presença íntima de Luz.

Há os Mantras sugeridos e difundidos por congregações celestiais, que sintonizam egrégoras cósmicas que reforçam a conexão interna com o âmago crístico da criatura e possuem a reverberação capaz de acelerar o “Quantum Poder” do seu campo vibracional.

A maioria dos iniciantes da prática de meditação costuma relatar uma resistência mental capaz de manter o individuo sob estado de exaustão, porque simula uma guerra de poder, próprio do ego cercado e ameaçado pelos propósitos de elevação.
Nestes momentos não se deve exigir silêncio da mente. Ceda-a espaço e tempo para expressar a sua realidade cheia de contradições. Isto a fará cansar e logo perderá força para conduzir a própria razão.
Uma mente cercada de Luz, de sons elevados, preferencialmente sustentada pelo coração vibrando no Amor, não resistirá aos apelos presentes nesta experiência respaldada no todo Poder da Divina Presença pessoal, do EU SOU.

Não desanimem.
A resposta da Luz é segura e poderá ser diariamente observada no movimento da vida.
Se ponham a trabalhar pelo que é real e verdadeiro em suas vidas: pelo PRESENTE conectado a sua condição de “iluminado por natureza” e comece a descortinar a sua Luz.
O caminho?
O Amor, por ser a única vibração capaz de refletir a condição crística que os sustenta;
O Perdão, por ser a única vibração capaz de pacificar os corações impregnados de egóicas razões;
O Tempo, por ser o único elo de conexão com a realidade própria da 3ª dimensão. Use-o com propriedade e verá o ontem se transformar em esfumaçada memória dos erros e acertos que os permitiram crescer, evoluir.
A Responsabilidade, prima do Comprometimento com a sua própria elevação.

Resta-nos propor uma prática simples de meditação entoando o manara escolhido por cada um para ser o instrumento de elevação vibracional e consciencial.

Repouse o seu corpo de modo confortável para que não sofra tensões prejudiciais a pratica meditativa.
Suas mãos devem ser colocadas em repouso supinado (*palmas voltadas para cima), reforçando a transmissão e recepção da energia.
Vibrem inicialmente no plexo solar, percebendo o movimento ins e expiratório enquanto respiram o croma azul-esverdeado de depuração e sustentem este primeiro exercício vibracional por alguns minutos, até se sentirem harmonizados.
Agora é hora de começar a entoar o mantra escolhido previamente e vê-lo sair de sua boca como um som colorido pela cor Pérola, com seus pontos brilhantes que vão lentamente criando um campo reluzente em forma de pirâmide ao seu redor.
Quando este campo estiver completamente formado, vá lentamente diminuindo o som emitido do mantra, até silenciar totalmente o “cântico” .
Permaneça dentro desta pirâmide etérica de luz Pérola e mantenha-se neste Poder até que intuitivamente comece a retomar os sentidos próprios deste plano.
Durante este processo de retorno, vá expandindo esta pirâmide de Luz até que ela resplandeça por todo o vivo campo de energia que transpõe os limites da sua visão.

Procure praticar este “Encontro com a Luz” sempre que puder, mas não o tenha como uma prática secundária em sua vida. Isto é tão importante quanto exercitar o corpo físico para a saúde plena de todos os corpos que os sustenta neste plano.

Todos os praticantes de meditação, não importa a forma peculiar de vivenciá-la, representam sabidamente uma pequena parte da humanidade, principalmente da ocidental.
A relevar o seu inesgotável Poder de transformação, de acionar Princípios divinos silenciosos no ser, de revelar a Essência elevada que está encoberta pela mente orientada pelo ego.

Para a meditação não há qualquer contra-indicação. Não há superdosagem, posto que é composta de Luz; não há efeitos colaterais, posto que sua pureza é confiável em 100% dos tratamentos; e não há subtração dos seus benefícios com o uso prolongado, posto que todo o seu Poder se concentra num único e vivo Princípio que não esgota a sua capacidade de elevação em longos tempos de prática: o mar de rica Luz no qual todo o Universo se encontra envolvido.

Que Raios de Luz Cobre envolvam as suas auras,
Mestre Sireus, de Antares

Canalizado por Conexões de Luz em 07.04.200

sexta-feira, outubro 28, 2011

O MANTRA KODOISH


O MANTRA KODOISH

Pelo Comando Estelar Metatron

Amigos, companheiros na Luz e Mestres. Refiro-me a vós, encarnados, uma vez que sois os Mestres com os quais podemos contar para a construção dessa nova humanidade que se inicia. 

Peço, como venho pedindo há longo tempo, que acreditem na vossa Essência Crística, na vossa Presença Divina e no vosso poder. Mais do que nunca, após tantas eras, se faz necessária a confiança e a fé em vosso poder.

Irmãos, filhos, companheiros, acreditai, acreditai, acreditai e alegrai-vos, alegrai-vos, alegrai-vos pela vida, como vosso mestre (Jesus) SANANDA bem o disse. 
Diríamos hoje que a vossa vida é a jóia mais preciosa que tendes. 

Repitam, muitas vezes...

Kodoish, Kodoish, Kodoish Adonai Tsebayoth 
Kodoish, Kodoish, Kodoish Adonai Tsebayoth 
Kodoish, Kodoish, Kodoish Adonai Tsebayoth 
(Tradução: Santo, Santo, Santo é o Senhor Deus das Hostes!)

Fiquem na Paz, na Luz e envoltos no amor de Deus Pai-Mãe.

Eu sou MELCHIZEDEK

Sobre o mantra Kodoish...

Qual a razão e a origem do mantra sagrado que rege a Confederação Intergaláctica?

- Filhos queridos, ao pronunciardes este mantra, freqüências densas são elevadas muitas oitavas acima. Toda vez que ocorre a verbalização desse mantra, essências de luz que estão muito distantes de vós, ouvem. Portanto, queridos, se desejais limpar os vossos lares e/ou os ambientes em que se encontram – sejam quais forem – utilizeis esse sagrado mantra.

Esse mantra é imemorial, todos os povos antigos e sagrados o conhecem. Nós o trouxemos às vossas mentes e o ancoramos em vossos planos, como quem ancora diretamente o Fogo Divino e presenteia as Essências Divinas aqui viventes com essa via de proteção.

Repetimos: Utilizai este mantra para a proteção de vossos lares, usai-o para a proteção dos vossos corpos físicos e usai-o toda vez que vossa intuição indicar alguma possibilidade de perigo visível.

Assim, entende-se a necessidade de uma verbalização definitiva e determinada que consagre e eleve este mantra para que ele ecoe em todas as partículas que compõem o ar e possa então transmutar cada uma dessas partículas, inclusive as de vossos corpos físicos.

Este mantra pode auxiliar-vos a transmutar o vosso material genético, e neste aspecto temos muitos seres que estarão aqui para vos auxiliar, basta apenas entoá-lo.

Lord Metatron 

Copiado da Revista Vialuz

quarta-feira, setembro 21, 2011

Vocalização do Mantra OM


O Om (ॐ) é o mantra mais importante do hinduísmo e outras religiões. Diz-se que ele contém o conhecimento dos Vedas e é considerado o corpo sonoro do Absoluto, Shabda Brahman. O Om é o som do universo e a semente que "fecunda" os outros mantras. O som é formado pelo ditongo das vogais a e u, e a nasalização, representada pela letra m. Por isso é que, às vezes, aparece grafado Aum. Estas três letras correspondem, segundo a Maitrí Upanishad, aos três estados de consciência: vigília, sono e sonho. "Este Átman é o mantra eterno Om, os seus três sons, a, u e m, são os três primeiros estados de consciência, e estes três estados são os três sons" (VIII).
"O pranava — o mantra Om — é a jóia principal entre os outros mantras; o pranava é a ponte para atingir os outros mantras; todos os mantras recebem seu poder do pranava; a natureza do pranava é o Shabda Brahman (o Absoluto). Escutar o mantra Om é como escutar o próprio Brahman, o Ser. Pronunciar o mantra Om é como transportar-se à residência do Brahman. A visão do mantra Om é como a visão da própria forma. A contemplação do mantra Om é como atingir a forma de Brahman" Mantra Yoga Samhitá, 73.
Na Índia, o mantra Om está em todas partes. Hindus de todas as etnias, castas e idades conhecem perfeitamente o seu significado. Ele ecoa desde a noite das idades em todos os templos e comunidades ao longo do subcontinente.
Como fazer a vocalização correta sem nunca haver escutado este mantra da boca de alguém que sabe? O mantra se faz numa exalação profunda, e sempre em ritmo regular. Após a exalação vem uma inspiração nasal prolongada. Não pode haver tremor na voz ao repetir o mantra. A nota musical em que se emite o som não interessa em absoluto. É aquela que resultar mais natural para você. Quando houver mais pessoas junto, todos devem tentar afinar-se.
O Om começa com a boca aberta, emitindo um som mais parecido com um a, mantendo a língua colada no fundo da boca e a garganta relaxada. O som nasce no centro do crânio, se projeta para frente e vibra na garganta e no peito. Após alguns segundos de vocalização, a língua deve recolher-se para trás. Assim, aquele som similar ao a, se transforma numa espécie de o aberto, que vai fechando progressivamente.
No final, sem fechar a boca, a língua bloqueia a passagem de ar pela garganta e o som se transforma em um m, que em verdade não é exatamente um m, mas uma nasalização. Esta nasalização se chama anunásika em sânscrito, que significa literalmente com o nariz, e deriva da palavra násika, nariz. Mais claro, impossível. Em verdade, o mantra poderia grafar-se Aoõ. Neste ponto, o ar sai pelas narinas e o som vibra com mais intensidade no crânio. Aconselhamos que você treine colocando uma mão no peito e a outra na testa para perceber como a vibração vai subindo conforme o mantra evolui.
Porém, se você prestar atenção à vibração que acontece durante a vocalização, perceberá que ao emitir a letra o inicial (que começa como um a, não esqueça), a nasalização do m já está contida nela. Ou seja, é um som que se faz com o nariz, e não uma letra m. Ao perseverar na vocalização, você sentirá nitidamente que a vibração se origina no centro da cabeça e vai expandindo até abranger o tórax e o resto do corpo. resumindo, o Om começa com a boca aberta e termina com ela entreaberta.
Om é a vibração primordial, o som do qual emana o Universo, a substância essencial que constitui todos os outros mantras, sendo o mais poderoso de todos eles. Ele é o gérmen, a raiz de todos os sons da natureza.
"Com Om vamos até o fim o silêncio de Brahman (o Absoluto). O fim é imortalidade, união e paz. Tal como uma aranha alcança a liberdade do espaço por meio de seu fio, assim também o homem em contemplação alcança a liberdade por meio do Om."
Essa técnica é uma das mais antigas e eficazes que existem no Yoga. Estimula o ájña chakra, na região do intercílio, sede de manas, o pensamento, e buddhi, a intuição ou consciência superior. Existem sete formas diferentes de vocalizar o Om. Aqui veremos especificamente a sua utilização como dháraní, suporte para concentração.
Além desses bíja mantras principais, aparece ainda sobre as pétalas de cada chakra uma série de fonemas do alfabeto sânscrito são os bíjas menores, que representam as manifestações sonoras do tipo de energia de cada chakra. Desta forma, cada sílaba de cada mantra estimula uma pétala definida de um chakra particular. Este é o motivo pelo qual o sânscrito é considerado língua sagrada na Índia seu potencial vibratório produz efeitos em todos os níveis.